A AUSÊNCIA DA MULHER NO ENSINO DE HISTÓRIA

Érica Brites da Silva Fófano, Jussara Maria Tostes dos Santos Garcia, Clodoaldo Sanches Fófano, Paulo Jonas dos Santos Júnior

Resumo


Este artigo tem por objetivo refletir sobre a ausência da mulher no ensino de História. Uma prática que deve ser desenvolvida sem preconceito e discriminação, apesar do sistema educacional brasileiro ter sido formado a partir de pensamentos patriarcais e machistas, ancorados em estruturas androcêntricas. Além disso, discuti de que maneira a mulher ficou escondida no ensino de História, percebendo as estratégias discriminatórias. Para isso, realizou-se uma pesquisa bibliográfica de base qualitativa considerando as contribuições de autores como Aristóteles (1960), Beltrão & Alves (2004), Bourdieu (1999), Colling (2002), Ferro (1983), Michele Perrot (1998), Souza et al. (2010), além do Parecer nº 776/97 – CNE. E conclui-se que a dominação machista é um fato concreto e cotidiano. Ela deve ser combatida primeiramente em casa, depois na escola e na sociedade, provocando profundas alterações na forma como se educa, a inclusão de um olhar feminino para derrubar essa barreira no sistema educacional, desfazendo os estereótipos em relação a papéis sexuais predominantes em materiais didáticos e livros-texto, de maneira que combata o tratamento discriminatório que tende a favorecer os homens na relação e na interação de sala de aula entre professor/a e educandos.

Palavras-chave


Ausência. Mulher. Ensino de História. Estruturas androcêntricas.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22410/issn.2176-3070.v10i2a2018.1873

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