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Title: O agendamento em Veja: uma análise de como a maior revista de circulação nacional aborda, a partir dos conceitos de direita e esquerda, a delação da JBS
Authors: Silva, Tiago da
Keywords: Jornalismo;Agendamento;Enquadramento;Ideologia;Corrupção
Date of Defense: 7-Dec-2017
Issue Date: Feb-2018
Citation: SILVA, Tiago da. O agendamento em Veja: uma análise de como a maior revista de circulação nacional aborda, a partir dos conceitos de direita e esquerda, a delação da JBS. 2017. Monografia (Graduação em Jornalismo) – Universidade do Vale do Taquari - Univates, Lajeado, 07 dez. 2017. Disponível em: http://hdl.handle.net/10737/1906.
Abstract: O jornalismo se estabeleceu como um mediador dos discursos e discussões dos mais variados campos sociais, e a disseminação da opinião nos veículos de comunicação sempre foi alvo de debate. Nas revistas, a problemática ganha ainda mais força pois elas promovem um jornalismo mais interpretativo que os outros meios e as fronteiras entre opinião e informação podem não ser tão claras. Com efeito, os veículos podem estar direcionando os seus leitores a terem uma interpretação que converge com as pautas de uma ou outra ideologia política. Nesse sentido, o presente trabalho busca perceber como a revista Veja se posiciona editorialmente quando aborda a colaboração premiada dos executivos do grupo JBS com o Ministério Público Federal no âmbito da Operação Lava Jato. A pergunta norteadora é de que forma as bandeiras atribuídas à direita e à esquerda são agendadas editorialmente pelas instituições jornalísticas? Como uma pesquisa quanti-qualitativa, de caráter exploratório e descritivo, viabilizada por meio de pesquisa bibliográfica e documental, o presente estudo constitui-se de uma análise de conteúdo de oito edições publicadas entre os meses de maio e julho. Como resultados, verificamos que o assunto foi agendado no topo da hierarquia da ordem do dia pela revista durante todas as edições analisadas; que o enquadramento dominante produzido pela Veja foi de que há uma corrupção endêmica, generalizada, nos poderes da República; que, para o veículo, a corrupção independe de partidos e ideologias políticas. Por isso, a revista não se colocou como parte e nem promotora do debate ideológico entre os dois polos do espectro político e, eventualmente, abordou temas caros à direita ou à esquerda dentro de um contexto amplo. Como proposições, sugerimos a continuidade de estudos com essa proposta norteadora, para que possam ser ocorrer uma evolução dos conceitos de agendamento e enquadramento no sentido de identificar o por que pensar, por parte do receptor.
URI: http://hdl.handle.net/10737/1906
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