UNIVERSIDADE DO VALE DO TAQUARI – UNIVATES ÁREA CIÊNCIAS DA VIDA GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA Incidência de AVC isquêmico em pacientes após a pandemia da COVID-19 Pâmela Tayná Barth Lajeado/RS, Novembro de 2023 Pâmela Tayná Barth Incidência de AVC isquêmico em pacientes após a pandemia da COVID-19 Projeto de Pesquisa apresentado na disciplina Trabalho de Conclusão de Curso I, do curso de fisioterapia pela Universidade do Vale do Taquari - Univates, como parte da exigência para obtenção do título de Bacharela em Fisioterapia. Orientador: Prof. Lucas Capalonga Lajeado/RS, Novembro 2023. Pâmela Tayná Barth Incidência de AVC isquêmico em pacientes após a pandemia da COVID-19 A banca examinadora abaixo aprova o Trabalho de Conclusão apresentado ao curso de Fisioterapia Bacharelado da Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES, como parte da exigência para a obtenção do título de Bacharel em Fisioterapia, na área de Ciências da Saúde. Prof. Lucas Capalonga - orientador Universidade do Vale do Taquari – UNIVATES Prof. Cândido Norberto Bronzoni de Mattos - Banca examinadora Universidade do Vale do Taquari – UNIVATES Profa. Fernanda Delacoste - Banca examinadora Universidade do Vale do Taquari – UNIVATES Lajeado/RS, 21 de Novembro de 2023. Incidência de AVC isquêmico em pacientes após a pandemia da COVID-19 Pâmela Tayná Barth¹, Lucas Capalonga² RESUMO: O coronavírus denominado SARS-CoV-2, é o causador da COVID-19. Este vírus já afetou mais de 35 milhões de indivíduos e ocasionou mais de 700 mil mortes no Brasil até o primeiro semestre de 2023. Embora a COVID-19 afete preferencialmente o sistema respiratório e cardiovascular, vários pacientes de COVID-19 também são susceptíveis de ter sintomas neurológicos. Ainda durante a pandemia começaram a surgir episódios de AVC, sem fatores de risco iminentes, o que levantou a hipótese de haver alguma relação entre o aumento na incidência de AVC com o diagnóstico prévio de COVID-19. O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da COVID-19 sobre a prevalência de novos casos de AVC isquêmico na cidade de Lajeado, no Vale do Taquari. Trata-se de estudo exploratório, descritivo e transversal de análise quantitativa. A pesquisa foi realizada no Hospital Bruno Born da cidade de Lajeado. A coleta de dados foi através da análise dos prontuários eletrônicos do hospital, contendo informações sobre o diagnóstico clínico atual de AVC isquêmico e histórico prévio de COVID-19 dos pacientes. Foram selecionados todos os pacientes com diagnóstico de AVC isquêmico nos três primeiros meses de 2019 e de 2023, respectivamente, independente de terem passado pela COVID-19 ou não. Os resultados obtidos não foram capazes de estabelecer a relação da COVID-19 com a prevalência de novos casos de AVC isquêmico. Portanto, foi possível perceber que a maioria desses pacientes teve como doença associada a Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS). Conclui-se que o AVC isquêmico possui uma alta incidência e uma alta predominância na população. Para os novos estudos, sugerimos uma busca em mais hospitais da região para melhores resultados e novas evidências. Palavras-chave: COVID-19. Coronavírus. Manifestações. Acidente Vascular Cerebral. ¹ Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES, Curso de Fisioterapia, Lajeado - RS, Brasil, e-mail: pamela.barth@universo.univates.br . ² Professor no Curso de Fisioterapia da Universidade do Vale do Taquari (UNIVATES); Lajeado, Brasil, e-mail: lcapalonga@univates.br. mailto:pamela.barth@universo.univates.br mailto:lcapalonga@univates.br 1 INTRODUÇÃO O coronavírus denominado SARS-CoV-2, é o causador da COVID-19, com potencial para desencadear a Síndrome respiratória aguda grave (SRAG). Este vírus já afetou mais de 35 milhões de indivíduos e ocasionou mais de 700 mil mortes no Brasil até o primeiro semestre de 2023 (ÓBITOS CONFIRMADOS…, 2023). Embora a COVID-19 acomete preferencialmente o sistema respiratório e cardiovascular, vários pacientes de COVID-19 também são susceptíveis de ter sintomas neurológicos (AHMAD, RATHORE, 2020). A nível global, o Acidente Vascular Cerebral (AVC) ocupa a segunda posição como causa de óbito. Essa doença é mais comum em adultos de meia-idade e idosos. Nas últimas décadas, o Brasil tem passado por mudanças em seu perfil de morbimortalidade, com as doenças crônicas não transmissíveis assumindo a liderança como principais causas de morte (ALMEIDA, 2012). Existem dois tipos de AVC: o isquêmico e o hemorrágico. O AVC isquêmico define- se como um episódio de disfunção neurológica com origem na isquemia cerebral devido à diminuição do fornecimento de sangue durante um período de tempo superior a 24 horas, que pode ter origem embólica ou aterosclerótica (FIGUEIREDO, PEREIRA, MATEUS, 2020). O AVC hemorrágico define-se como a rotura de uma artéria com posterior derrame de sangue para o espaço intracerebral, também este associado a alterações neurológicas (FIGUEIREDO, PEREIRA, MATEUS, 2020). Ainda durante a pandemia começaram a surgir episódios de AVC, sem fatores de risco iminentes, o que levantou a hipótese de haver alguma relação entre o aumento na incidência de AVC com o diagnóstico prévio de COVID-19. A ligação entre o AVC e a COVID-19 ainda está sendo estudada, porém considera-se que a COVID-19 é mais frequente em idosos e pessoas com algumas comorbidades como hipertensão, diabetes, doenças cardíacas e obesidade, que são os mesmos fatores de risco para o AVC. Sabe-se que vários mecanismos associados à COVID-19 podem favorecer os episódios de Acidente Vascular Cerebral, mas ainda não foi comprovado que aumentam o risco (GODOY; YAMANE, 2020). 2 MATERIAL E MÉTODOS 2.1 Tipo de pesquisa O presente estudo se caracteriza como retrospectivo, exploratório, descritivo e transversal de análise quantitativa. 2.2 Campo de estudo A pesquisa foi realizada no Hospital Bruno Born da cidade de Lajeado/RS. 2.3 Sujeitos da pesquisa e tamanho da amostra A população deste estudo foi selecionada de forma aleatória, a partir da análise dos prontuários eletrônicos do hospital Bruno Born. Foram selecionados todos os pacientes maiores de 18 anos, que sofreram AVC isquêmico nos três primeiros meses de 2019 e de 2023. 2.4 Obtenção dos dados A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética e Pesquisa (COEP) da Univates (Parecer 6.256.886), a pesquisadora foi até o hospital Bruno Born para realizar a coleta de dados através da análise de prontuários eletrônicos, contendo informações sobre o diagnóstico clínico de AVC isquêmico durante os três primeiros meses de 2019 e durante os três primeiros meses de 2023 (janeiro, fevereiro e março), com intuito de comparar o número de casos de AVC isquêmico antes e depois da pandemia, verificando se houve um aumento significativo de casos de AVC isquêmico após a pandemia do COVID-19. Também analisamos se algum desses pacientes que diagnosticaram com AVC isquêmico durante os três primeiros meses de 2023 positivou com COVID-19 durante a pandemia. A coleta de dados foi realizada durante o mês de outubro de 2023. 2.5 Instrumentos de coleta de dados Foi elaborado um formulário contendo informações necessárias para realização da coleta de dados dos prontuários eletrônicos, a fim de apresentar a proposta da pesquisa e realização da análise dos dados obtidos. 2.6 Critérios de inclusão e exclusão Foram incluídos na pesquisa, prontuários de pacientes maiores de 18 anos, do período pré-pandemia e pós pandemia, com diagnóstico clínico de AVC isquêmico. Foram excluídos prontuários de pacientes maiores de 18 anos, com diagnóstico de AVC hemorrágico. 2.7 Análise de dados Os dados demográficos foram apresentados de forma descritiva e os dados quantitativos foram apresentados como média e desvio-padrão (DP) e percentual. 3 RESULTADOS A amostra foi composta por 34 prontuários, sendo 17 pacientes diagnosticados com AVC isquêmico (AVCi) durante os três primeiros meses de 2019 e mais 17 com o mesmo diagnóstico durante os três primeiros meses de 2023. Os pacientes de 2019 apresentaram média de idade de 76,8 ± 11,6 anos, sendo a maioria (52,9%) do sexo masculino, IMC de 27,8 ± 7,7. No entanto, os pacientes de 2023 apresentaram média de idade de 66,7 ± 13 anos, sendo a maioria (52,9%) do sexo masculino, IMC de 24,8 ± 3,6. Além disso, percebemos que os pacientes de 2023 apresentaram maiores fatores de risco, tais como: tabagismo 35,2% e etilismo 17,6%, sendo que dos pacientes de 2019, apenas 11,7% eram fumantes e nenhum deles era etilista. Os pacientes de 2023 também apresentaram maior número de comorbidades, maior necessidade de utilização de oxigênio e de ventilação mecânica do que os pacientes de 2019. Quanto à mortalidade, os pacientes de 2023 morreram mais do que os pacientes de 2019 (23,5% e 5,8%), respectivamente (conforme dados da tabela 1). Tabela 1. Comparação entre os prontuários do ano de 2019 e 2023. N = 17 2019 2023 Média ± DP % Média ± DP % Homens, n° (%) 9 (52.9%) 9 (52.9%) Mulheres, n° (%) 8 (47%) 8 (47%) Idade 66.7 ± 13.0 76.8 ± 11.6 Peso 71.6 ± 16.4 73.1 ± 20.07 Altura 168.6 ± 11.6 162.3 ± 6.8 IMC 24.8 ± 3.6 27.8 ± 7.7 Tabagista, n° (%) 6 (35.2 %) 2 (11.7 %) Etilista, n° (%) 3 (17.6%) Nenhum Comorbidades, n° 16 13 Tempo de internação 7.9 ± 6.4 6.7 ± 3.6 Necessidade de O2, n° (%) 5 (23.2%) 4 (25%) Necessidade de VM, n° (%) 4 (23.5%) 2 (12.5%) Tempo em VM, n° 9.0 ± 6.7 Mortalidade 23.50% 5.80% Legenda: N: número de prontuários eletrônicos DP: desvio padrão. A partir dos resultados obtidos nos anos de 2019 e 2023, percebemos que não houve uma maior incidência de novos casos de AVCi no primeiro trimestre do ano de 2023 comparado ao ano de 2019. Porém, foi possível perceber que a maioria desses pacientes possuíam a doença de Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS), conforme demonstrado nas figuras 1 e 2. Totalizando 15 pacientes portadores de HAS dos 17 prontuários selecionados do ano de 2019 e 12 pacientes portadores de HAS dos 17 prontuários selecionados do ano de 2023. Além disso, também observou-se que a média de idade dos pacientes afetados nos três primeiros meses de 2023 diminuiu 10,1% comparado ao ano de 2019, evidenciando que os pacientes obtiveram o AVCi mais precocemente. Dentre a lista dos prontuários eletrônicos dos pacientes que positivaram com o COVID-19 durante a pandemia, apenas 1 paciente diagnosticou com AVCi, porém no mês de abril do ano de 2023, e entre os 17 pacientes com AVCi dos prontuários eletrônicos do ano de 2023 nenhum positivou com COVID-19 antes de adquirir o AVCi. Outro achado, foi que houve diferença do lado afetado em relação ao AVCi nesses primeiros três primeiros meses do ano de 2019 e 2023. Dos 17 pacientes afetados no ano de 2019 verificou-se uma predominância no lado direito em 8 pacientes e dos outros 17 pacientes afetados no ano de 2023 verificou-se uma predominância no lado esquerdo em 11 pacientes. Figura 1 - Contagem das comorbidades do ano de 2019. Figura 2 - Contagem das comorbidades do ano de 2023. 4 DISCUSSÃO Em nosso estudo, planejou-se evidenciar a incidência de novos casos de AVCi em pacientes após o diagnóstico de COVID-19, com intuito de investigar que existe relação entre o aumento significativo no número de casos de AVCi após o início da pandemia da COVID- 19 no Vale do Taquari. Contudo, com os resultados obtidos e disponibilizados pelo hospital, não foi possível estabelecer essa relação. Estudos anteriores descreveram que as mudanças nos hábitos de vida ocorridas nas últimas décadas, em especial no Brasil, têm conferido um novo perfil epidemiológico para os pacientes que são acometidos pelos acidentes vasculares cerebrais. Devido a essas mudanças, fatores de riscos, como obesidade, diabetes e hipertensão, estão mais presentes na camada jovem da população atual e essas condições estão diretamente ligadas ao AVC (Banfield et al., 2016; Souza et al., 2022). Cabe ressaltar que um grande fator de risco para ocorrência do AVCi é a HAS, e conforme já apresentado nas figura 1 e 2, foi a comorbidade mais enumerada entre os pacientes dos prontuários selecionados, tanto do ano de 2019, como no ano de 2023. A consequente lesão vascular culmina na perda da homeostase sobre a auto regulação normal do fluxo sanguíneo e isquemia. A produção subsequente de substâncias vasoativas em resposta à isquemia estimula um círculo vicioso, o que mantém o desequilíbrio pressórico e, consequentemente, as lesões orgânicas (GIANNINI, et al, 2014). Segundo Machado, et al (2019) a hipertensão arterial é responsável por 40% das mortes por AVC no Brasil. Além disso, um estudo brasileiro mostrou que no Rio Grande do Sul apenas 50,8% dos hipertensos são conscientes de sua condição; 40,5% deles estão sendo tratados e apenas 10,4% estão controlados (CARVALHO, A. C.; FILHO, R. M.; BASTOS, V, 2011). Mesmo não comprovando a incidência de novos casos de AVCi após o diagnóstico de COVID-19, sabemos que a HAS também está ligada a alta taxa de mortalidade por COVID- 19, tal como um estudo realizado por Barros et al (2020) que aponta que a relação da HAS com o novo coronavírus ocorre por seu tratamento com medicamentos anti-hipertensivos específicos: inibidores da enzima de conversão da angiotensina (IECAs) e bloqueadores dos receptores da angiotensina (BRA). A enzima conversora de angiotensina 2 (ACE2) é a porta de acesso para o SARS-CoV-2 entrar nas células humanas. As quantidades circulantes de ACE2 são aumentadas em pacientes com hipertensão, e os níveis são aumentados ainda mais por diferentes drogas. Em decorrência dessa temática, foi iniciado, por meio de investigações e até inclusão experimental por governo de diversos países, o uso de cloroquina, hidrocloroquina ou outro inibidor de serinoproteases que possa reduzir, significativamente, a infecção das células hospedeiras por SARS-CoV-2 in vitro ou pacientes, visando à inibição da glicosilação de ACE2 (BARROS ET AL, 2020). Com análise dos estudos mencionados, constata-se que a HAS acelera um prognóstico pior na evolução da doença causada pelo Coronavírus. Durante o andamento do estudo observa-se a necessidade de um tempo maior de pesquisa, buscando investigar a incidência de AVCi no ano todo de 2022 e 2023, desse modo trazendo a verificação de mais prontuários eletrônicos e se de alguma forma houve a reincidência do AVCi nesses pacientes, pois essas podem ter influenciado nossos resultados, além de que nem todos os indivíduos fazem testes para Covid-19 e por vezes mesmo tendo o diagnóstico esse pode ser suprimido nos prontuários. 5 CONCLUSÃO Conclui-se que o AVCi possui uma alta incidência e uma alta predominância na população, percebe-se que as comorbidades, como a HAS e diabetes são os fatores de risco para o desenvolvimento precoce do AVCi. É de suma importância que indivíduos portadores dessas comorbidades se tratem cuidadosamente e busquem uma vida mais saudável, além da prática regular de exercício físico e acompanhamento com profissionais da saúde e que estejam inseridos nas redes de atenção. Para os novos estudos, sugerimos uma busca em mais hospitais da região para melhores resultados e novas evidências. REFERÊNCIAS AHMAD, Imran; RATHORE, Farooq A. Neurological manifestations and complications of COVID-19: A literature review. Journal of Clinical Neuroscience, Filadélfia, Pensilvânia , EU, v.77, p. 08-12, 05 mai., 2020. Disponível em: https://www.jocn- journal.com/article/S0967-5868(20)31078-X/fulltext Acesso em: 20 mai. 2023. ALMEIDA, Sara R. M. Análise epidemiológica do Acidente Vascular Cerebral no Brasil. Revista Neurociências, São Paulo, SP, v. 20, n. 04, p. 481-482, 2012. Disponível em: https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/8219 Acesso em: 23 mai. 2023. BANFIELD, E.; LIU, Y,; DAVIS, J.; CHANG, B,; FRAZIER-WOOD, A.C,; Fraca adesão às Diretrizes Dietéticas dos EUA para Crianças e Adolescentes na População da Pesquisa Nacional de Exame de Saúde e Nutrição. 2016 janeiro;116(1):21-27. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26391469/ . Acessado em 01 nov 2023. BARROS, Gabriel M.; FILHO, João B.R.M.; JUNIOR, Airton C.M.; Considerações sobre a relação entre a hipertensão e o prognóstico da COVID-19. Disponível em: https://unichristus.emnuvens.com.br/jhbs/article/view/3250/1107. Acessado em 01 nov 2023. CARVALHO, A. C.; FILHO, R. M.; BASTOS, V. Manual de Orientação Clínica, Hipertensão Arterial Sistêmica. Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, 2011. https://www.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/gestor/destaques/linhas-de-cuidado- sessp/hipertensao-arterial-sistemica/manual-de-orientacao-clinica-de-hipertensao- arterial/lc_hipertensao_manual_2011.pdf Acessado em 01 nov 2023. https://www.jocn-journal.com/article/S0967-5868(20)31078-X/fulltext https://www.jocn-journal.com/article/S0967-5868(20)31078-X/fulltext https://www.jocn-journal.com/article/S0967-5868(20)31078-X/fulltext https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/8219 https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/8219 https://periodicos.unifesp.br/index.php/neurociencias/article/view/8219 https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/26391469/ https://unichristus.emnuvens.com.br/jhbs/article/view/3250/1107 https://www.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/gestor/destaques/linhas-de-cuidado-sessp/hipertensao-arterial-sistemica/manual-de-orientacao-clinica-de-hipertensao-arterial/lc_hipertensao_manual_2011.pdf https://www.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/gestor/destaques/linhas-de-cuidado-sessp/hipertensao-arterial-sistemica/manual-de-orientacao-clinica-de-hipertensao-arterial/lc_hipertensao_manual_2011.pdf https://www.saude.sp.gov.br/resources/ses/perfil/gestor/destaques/linhas-de-cuidado-sessp/hipertensao-arterial-sistemica/manual-de-orientacao-clinica-de-hipertensao-arterial/lc_hipertensao_manual_2011.pdf FIGUEIREDO, Ana Rita G. de; PEREIRA, Alexandre; MATEUS, Sónia. Acidente vascular cerebral isquêmico ou hemorrágico: Taxa de sobrevivência. Revista Científica da Escola Superior de Saúde Lopes Dias, Castelo Branco, Portugal, ano II, v. 03, n. 01, p. 35-45, jul. 2020. Disponível em: https://repositorio.ipcb.pt/bitstream/10400.11/7144/1/03_Acidente_vascular_cerebral_isquem ico_vs_hemorragico_taxa_de_sobrevivencia.pdf Acesso em: 30 mai. 2023. GIANNINI, Marcela C.; YUGAR-TOLEDO, Juan C.; VILELA-MARTIN, José F. Emergência hipertensiva e acidente vascular cerebral isquêmico e hemorrágico: conceitos atuais de tratamento. Rev Bras Hipertens vol. 21(4):177-183, 2014. Disponível em: https://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/03/881314/rbh-v21n4_177-183.pdf . Acessado em 01 nov 2023. GODOY, Mariana de S.; YAMANE, Fernanda de O. Acidente vascular cerebral na pandemia por COVID-19. UNIS/MG, Varginha, MG, p. 01-22, 20202. Disponível em: http://repositorio.unis.edu.br/bitstream/prefix/1437/1/mariana.pdf Acesso em: 30 mai. 2023. MACHADO, L. D. O.; PANKE, G.; HERBELE, I.; RAHMEIER, T.; SIOCHETTA, T. M.; BERLEZI, E. M. FATORES QUE POTENCIALIZAM O RISCO DE AVC EM PACIENTES HIPERTENSOS NO RIO GRANDE DO SUL. Salão do Conhecimento, [S.L.], v.5, n.5, 2019. Disponível em: https://www.publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/salaoconhecimento/article/view/121 16 . Acessado em 01 nov 2023. PAINEL CORONAVÍRUS, Secretarias Estaduais de Saúde. Brasil, 2023. Disponível em: https://covid.saude.gov.br/ Acessado em : 03 nov.2023 SANTOS, Katia F.A.; CUNHA, Euzite R.; MENDES, Liandra E.B.; RIBEIRO, Andressa A.; ARAÚJO, Sandra R.M.; PEREIRA, Thammyres V.Acidente Vascular Cerebral em pacientes jovens: uma análise epidemiológica entre 2008 e 2022. Research, Society and Development, v. 11, n. 14, e433111436381, 2022. Disponível em: DOI: http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i14.36381 . Acessado em 01 nov 2023. https://repositorio.ipcb.pt/bitstream/10400.11/7144/1/03_Acidente_vascular_cerebral_isquemico_vs_hemorragico_taxa_de_sobrevivencia.pdf https://repositorio.ipcb.pt/bitstream/10400.11/7144/1/03_Acidente_vascular_cerebral_isquemico_vs_hemorragico_taxa_de_sobrevivencia.pdf https://repositorio.ipcb.pt/bitstream/10400.11/7144/1/03_Acidente_vascular_cerebral_isquemico_vs_hemorragico_taxa_de_sobrevivencia.pdf https://repositorio.ipcb.pt/bitstream/10400.11/7144/1/03_Acidente_vascular_cerebral_isquemico_vs_hemorragico_taxa_de_sobrevivencia.pdf https://docs.bvsalud.org/biblioref/2018/03/881314/rbh-v21n4_177-183.pdf http://repositorio.unis.edu.br/bitstream/prefix/1437/1/mariana.pdf http://repositorio.unis.edu.br/bitstream/prefix/1437/1/mariana.pdf http://repositorio.unis.edu.br/bitstream/prefix/1437/1/mariana.pdf https://www.publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/salaoconhecimento/article/view/12116 https://www.publicacoeseventos.unijui.edu.br/index.php/salaoconhecimento/article/view/12116 https://covid.saude.gov.br/ http://dx.doi.org/10.33448/rsd-v11i14.36381 ANEXOS ANEXO A FORMULÁRIO DE DADOS