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Chile

Venícius Lorenzini -

Desde que entrei na Univates, sempre tive o sonho de fazer intercâmbio. Graças ao auxilio do setor das Relações Internacionais da Univates (AAII) e de minha família pude realizá-lo.

Elegi a cidade de Santiago do Chile, primeiramente por ter um câmbio extraordinário de paisagens naturais e de clima. Mal cheguei ao Chile, ansioso e nervoso pela dificuldade da língua e por estar completamente sozinho em um país desconhecido, tive que ficar mais de duas horas esperando minha mala, que havia sido extraviada e só chegou uma semana depois. Logo chegando ao apartamento em que ia morar, fui muito bem recepcionado. Morei com três mexicanas e um colombiano no período de intercâmbio. O apartamento era bem localizado na região central de Santiago, perto do metrô, supermercados, farmácias e de boas festas também; o único problema era que ficava de frente para umas das avenidas mais movimentadas da cidade, e o ruído incomodava bastante.
A Universidad Mayor recebeu aos mais de 200 alunos do intercâmbio de uma forma maravilhosa, e o pessoal de Relações Internacionais sempre esteve presente fazendo atividades com os intercambistas, e viagens para conhecer o país. Éramos o grupo de intercambio XX. No começo foi difícil acostumar-se com o clima seco, e com a poluição. Por esse motivo sempre que podia saía de Santiago, inclusive para fugir do estresse; conheci lugares com belezas indescritíveis: Viña del Mar, Valparaiso, Parques Naturais (Siete Tazas), Patagônia, La Serena, entre outros, no decorrer do semestre. Logo quando acabaram as aulas viajamos por 20 dias pelo norte do Chile, Bolívia e Peru.
Para quem estudar em Santiago do Chile ficam algumas recomendações: não deixem de ir a Piojera, que é um bar típico onde servem os “Terremotos”, (bebida preparada com vinho ou fernet, pisco ou granadina, e sorvete), e o “Pisco” que é outra bebida típica preparada com uva.
Ah, e cuidado com os temblores (terremotos). Senti vários quando estive lá, de pequena escala, mas mesmo assim assusta um pouco, ainda mais quando você está morando no décimo quinto andar de um edifício!!!
E, pra finalizar, pra quem for fazer intercambio não importa para que país, o conselho mais importante: viva cada momento junto com os amigos que fizerem, e com as pessoas que vocês gostam, porque o tempo passa muito rápido, e quando voltarem ao Brasil a distância vai atrapalhar um pouco os reencontros.
A experiência foi incrível, além de aprofundar o aprendizado em outra área (na Universidad Mayor meu curso era Engenharia Florestal), fiz amigos que tenho a certeza que serão para a vida toda, pois estávamos unidos pelo mesmo propósito; todos estavam longe da família, dos amigos, e vivenciamos uma nova etapa que certamente mudou uma parte de nossas vidas.

 

Venicius Lorenzini estudante de Engenharia Ambiental

Intercâmbio na Universidad Mayor, Santiago - Chile.

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