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Intercambista da Univates em Portugal

Danielle Weschenfelder Mallmann - Comércio Exterior

 
Já fazem alguns meses que estou longe de casa, da família, dos meus amigos e da minha antiga rotina. Sempre que paro para pensar, dá saudade até das coisas mais simples.
 
Por outro lado, você acaba criando uma nova rotina, uma nova família, e uma nova vida aqui do outro lado do oceano. E de verdade?! Isso é simplesmente fascinante!
 
No início todas as coisas são maravilhosas, tudo é novo e isso encanta. Mas já na segunda semana começo a notar algumas dificuldades minhas que jamais havia percebido antes. Quem diria que ir ao supermercado fazer compras seria tão complicado? Aqui já não tinha mais a mãe ordenando a lista de compras a fazer. E eu cansei de ir ao famoso “Pingo Doce” de Portugal e simplesmente esquecer tudo aquilo que eu realmente deveria comprar, gastando todo o dinheiro que havia levado com barrinhas Milka, Bolacha da Alegria (juro, devem experimentar isso!), e outras porcarias mais. 
 
Adaptar-se a viver “sozinho” é difícil, mas é curioso. A sensação de conseguir finalmente realizar algumas tarefas sem precisar das mordomias que estamos acostumados no Brasil, é muito gratificante. Algumas coisas demoram mais para aprender, outras menos, mas tudo agrega ao nosso crescimento pessoal.
 
Estudar aqui é um pouco diferente. No começo foi desconfortável, principalmente pela dificuldade de compreender o sotaque português de alguns professores. Para vocês que animam fazer um semestre de estudos em Portugal, aconselho a perderem a vergonha e pedirem ajuda aos colegas e amigos, pois essa foi a forma que encontrei para sanar minhas dúvidas e conseguir acompanhar o ritmo das aulas.
E por fim, e não menos importante, o intercâmbio foi um dos maiores presentes da minha vida. Longe de casa você aprende coisas a perder de vista, conhece pessoas incríveis, e cria amizades que serão pro resto da vida. Você cresce pessoalmente, e fortalece seu emocional. E eu tive a imensa sorte de acabar num apartamento com outras quatro pessoas, que com certeza fazem dos meus dias tristes (aqueles quando bate a saudade da família mesmo), não tão difíceis assim.
 
Se vale a pena viver aqui do outro lado do Atlântico? Arruma tuas malas e te prepara para seis meses incríveis! :D 
 
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