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Notícias

20 Dezembro de 2018

O Terno encerra ciclo de Melhor do Que Parece e dá dicas sobre o novo disco

O som do sexteto de metais atravessava a porta de madeira e as janelas antirruído como se fossem papel. Lá dentro, o trio paulistano O Terno, com a adição de seis músicos de instrumentos de sopro, revisitavam "66", faixa que deu nome ao primeiro disco dos rapazes, lançado em 2012, um trote acelerado e existencialista - "Me diz meu Deus o que é que eu vou cantar?Já foi cantado por alguém", diz a primeira estrofe - que desemboca em um grito vagaroso de independência e confusão.
 
Parece que faz uma vida desde que a banda surgiu com essa canção, esse clipe divertido (eleito o melhor vídeo pelo Prêmio Multishow), e foi apontada como a revelação do ano pela MTV quando a premiação da emissora, o VMB, ainda existia.
 
De lá para cá, eles lançaram outros dois discos, O Terno (2014) e Melhor do que Parece (2016), e Tim Bernardes, o vocalista, letrista e guitarrista fez seu primeiro voo solo, com o álbum Recomeçar (2017). Para o terceiro álbum, Gabriel Basile, o Biel, entrou para a banda para ficar responsável pelas baquetas. Os rapazes rodaram o País, fizeram shows fora do Brasil, tocaram duas vezes no Lollapalooza paulistano e até no programa Encontro com Fátima Bernardes, da TV Globo.
 
"Eu nem fazia parte da banda ainda, mas posso falar com propriedade", brinca Biel, no papo com a Rolling Stone Brasil, depois do ensaio, "que esses seis anos coincidem com anos muito importantes para a vida adulta, dos 22 aos 28, a emancipação, um monte de primeiras vezes", ele diz. O baterista, com 30 anos, o mais velho do grupo, tem razão.
 
O Terno amadureceu nos palcos, musicalmente e pessoalmente. Viveram altos e baixos das paixões intensas que só os 20 anos podem proporcionar, encontraram novos questionamentos sobre a existência e celebraram o crescimento do seu público. As suas canções se tornaram mais complexas e, também, mais digeríveis. São capazes de  pop travesso, azeitado, delicioso.
 
Por isso, parece chegar ao fim um capítulo ou um grande ciclo por parte do grupo, formado ainda por Guilherme D'Almeida, o Peixe, no baixo.
 
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