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PRÁTICAS CORPORAIS DE AVENTURA NA NATUREZA: CONSTRUINDO E EXPERIMENTANDO POSSIBILIDADES PARA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
(2024) Schoenberger, Valdenir; Neuenfeldt, Derli Juliano; http://lattes.cnpq.br/5204461564869394; Neuenfeldt, Derli Juliano; Silva, Jacqueline Silva da; Schuck, Rogério José; Ilha, Phillip Vilanova
O presente estudo investigou o ensino das Práticas Corporais de Aventura na Natureza (PCAN) nas aulas de Educação Física de uma turma do 9º Ano do Ensino Fundamental. O objetivo geral desta pesquisa foi investigar possibilidades do ensino das PCAN nas aulas de Educação Física dos Anos Finais do Ensino Fundamental em uma escola da rede estadual de educação do Município de Juína/MT. O estudo foi realizado com uma abordagem qualitativa, com aproximações da pesquisa-ação. Participaram desta pesquisa, o professor de Educação Física e uma turma do 9º Ano do Ensino Fundamental, composta por 34 alunos. A princípio, analisamos o Projeto Político Pedagógico (PPP) da unidade escolar, com objetivo de avaliar a existência de propostas que contemplem a Educação Ambiental (EA) no contexto escolar. Embora a EA não fosse o objetivo principal desta pesquisa, entendemos que sua presença no PPP escolar é de extrema importância. Isso, porque a EA promove o desenvolvimento de uma consciência cidadã do viver juntos, pois compreende que o homem faz parte da natureza. A seguir, foram desenvolvidas oito aulas de Educação Física, contemplando as PCAN. Além das atividades, foram realizados dois grupos de discussão para compreender a percepção dos alunos sobre as PCAN nas aulas de Educação Física. As informações foram coletadas e produzidas entre os meses de abril e junho de 2023. Os dados foram analisados com base nos pressupostos da Análise Textual Discursiva (ATD), proposta por Moraes e Galiazzi (2016), emergindo três categorias: Educação Ambiental nas políticas públicas brasileiras: avanços, silenciamentos e possibilidades; Experiências do trabalho docente com as práticas corporais de aventura na natureza nas aulas de educação física: enfrentando adversidades e resistências; Olhar para além da prática: percepções dos alunos sobre as práticas corporais de aventura na natureza nas aulas de Educação Física. Os resultados permitem afirmar que as PCAN compreendem uma possibilidade acessível que se apresenta no cenário educacional atual. Apesar dos desafios encontrados no decorrer desta pesquisa, como a desmotivação de alguns alunos e a inexistência de materiais e instalações adequados, demonstramos que é possível desenvolver uma proposta de ensino que abre novos horizontes, oferecendo alternativas às modalidades clássicas (futsal, vôlei, handebol e basquete), que são frequentemente apresentadas nas escolas.
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Acesso Aberto
Tecnologias digitais nas práticas pedagógicas de Educação Física: experimentações em uma turma do 5º ano
(2024) Paludo, Elaine Marilene Stack; Neuenfeldt, Derli Juliano; http://lattes.cnpq.br/5204461564869394; Kawashima, Larissa Beraldo; Strohschoen, Andréia Aparecida Guimarães; Forneck, Kári Lúcia
A investigação envolveu experimentações de tecnologias digitais como recurso de ensino nas práticas pedagógicas no componente curricular de Educação Física. A pesquisa partiu da problemática: Como as tecnologias digitais podem contribuir para o ensino de Educação Física? Os objetivos específicos foram identificar potencialidades do uso das tecnologias digitais a partir de estudo bibliográfico; elaborar, propor e experimentar práticas pedagógicas no componente curricular de Educação Física, mediadas com recurso de tecnologias digitais e identificar contribuições das tecnologias digitais para o ensino nas Unidades Temáticas do componente curricular de Educação Física. Desenvolveu-se uma aproximação de pesquisa-ação pedagógica, de abordagem qualitativa. Realizou-se uma entrevista e sete experimentações envolvendo recursos das tecnologias digitais, o mecanismo para as produções das informações foram fotografias, registros em diário de campo, rodas de conversa e filmagens e as informações produzidas foram analisadas por meio da análise textual discursiva. A investigação ocorreu no período de março a maio de 2023. Os participantes foram os alunos, a diretora, a coordenadora pedagógica e a professora, totalizando 31 participantes de uma Escola da cidade de Pedra Preta/MT. Destaca-se que parte da pesquisa bibliográfica do Estado da Arte resultou na publicação de um artigo, intitulado Tecnologias digitais no ensino de Educação Física escolar: um estudo de revisão. Da investigação emergiram três categorias, a primeira em transformar o ensino com envolvimento de tecnologias, trazendo o contexto da Escola e dos estudantes abrangendo as tecnologias digitais. A segunda, das possibilidades, referindo-se ao quanto essas tecnologias auxiliam, bem como foram descritas as experimentações realizadas. A terceira, das contribuições: uma experiência que deixa marcado, trazendo as contribuições que emergiram no processo das experimentações. Os resultados evidenciaram que para as práticas pedagógicas de Educação Física a utilização das tecnologias digitais gerou motivações, novos movimentos corporais, o despertar do senso criativo e crítico e novas experiências e saberes aos alunos, sendo, portanto, ressignificador no processo de ensino. Conclui-se ser necessário que a escola e estudantes tenham acesso às tecnologias digitais e assim ressignificar as práticas pedagógicas de Educação Física.
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ETNOBOTÂNICA E ETNOFARMACOLOGIA DE PLANTAS MEDICINAIS UTILIZADAS NA MICRORREGIÃO DE ALTA FLORESTA – MATO GROSSO
(2024-01) TEIXEIRA, MARIA ILMALUCIA; KAUFFMAN, CARLA; PÉRICO, EDUARDO; http://lattes.cnpq.br/4494244221645524; HOENE, LUCÉLIA; LOHMANN, PAULA; SILVEIRA, ELIANE FRAGA DA
As plantas medicinais são definidas como espécies vegetais, cultivadas ou não, com fins terapêuticos. Nesse sentido, a etnobotânica e a etnofarmacologia são ciências que se complementam, permitindo a manutenção dos conhecimentos tradicionais e sua interação com o avanço da ciência. As plantas medicinais fazem parte da evolução do homem e da sociedade, uma vez que o uso de produtos provenientes da natureza sempre foram e continuam sendo recursos basilares terapêuticos empregados no trato da saúde do homem. Em áreas com grande diversidade, como a Amazônia, o leque de recursos pode derivar num maior uso e conhecimento de plantas medicinais. Nas comunidades rurais e indígenas, conhecimentos acerca das funções de plantas terapêuticas, instruções de como cuidar dos doentes que ali habitam e conhecimentos rotineiros (plantar e colher) são transmitidos de geração em geração. Nesta tese, na perspectiva do estudo da etnobotânica e da etnofarmacologia, buscamos a caracterização do uso de espécies vegetais cultivadas na zona rural e urbana, incluindo grupos tradicionais como os raizeiros, dos municípios de Alta Floresta e Carlinda, Mato Grosso, Brasil, no bioma amazônico (sul da Amazônia). Os resultados da pesquisa mostraram a importância e a abrangência dos conhecimentos dos povos originários na medicina tradicional da região. Além disso, observamos uma forte relação entre as plantas usadas por eles e as registradas para a região, o que indica uma relação uso-recurso, que favorece a conservação e a valorização não só do conhecimento, mas também do recurso. Outrossim, foi possível comparar o conhecimento de comunidades rurais e urbanas, visto que o uso de plantas medicinais tornou-se uma alternativa para o eixo social, no cuidado da saúde. Foi possível observar como as características socioeconômicas determinaram as principais diferenças entre as comunidades, em termos de religião, idade, renda, etc. Portanto, concluímos que o conhecimento tradicional de uso de plantas medicinais é essencial para a sociedade e muito mais para uma região com alta biodiversidade, como o sul da Amazônia, que pode servir como fonte para futuras pesquisas farmacológicas
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LINGUAGEM QUÍMICA NO CONTEXTO SOCIAL, CULTURAL E TECNOLÓGICO: PERCEPÇÕES DE ALUNOS DO ENSINO MÉDIO DE COMUNIDADES INDÍGENAS DO MUNICÍPIO DE PEDRA BRANCA DO AMAPARI/AP
(2024) BRAZÃO, Kleber Lobato; OLIVEIRA, Eniz Conceição; http://lattes.cnpq.br/2058979202735427; PINO, José Claudio Del; CORTEZ, Juscelino; LEÃO, Marcelo Franco
A presente dissertação, “Linguagem química no contexto social, cultural e tecnológico: percepções de alunos do ensino médio de comunidades indígenas do município de Pedra Branca do Amapari/AP”, vinculada ao Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências Exatas (PPGECE), no Curso de Mestrado Profissional em Ensino de Ciências Exatas, foi desenvolvida na Escola Indígena Estadual Aramirã, da rede Estadual do Amapá, do Núcleo de Educação Indígena, que constitui um importante espaço de formação profissional em nível médio, na modalidade modular, nas comunidades indígenas. O objetivo desta pesquisa foi investigar as percepções dos alunos do Ensino Médio da etnia Wajãpi, quanto à presença da Química no contexto social, cultural e tecnológico de seu povo. A metodologia caracteriza-se como qualitativa quanto à natureza; quanto ao procedimento técnico, ela se aproxima da pesquisa-ação, pois foi aplicado um questionário semiestruturado aos 56 alunos do Ensino Médio, etapa única do curso de formação de professores indígenas Wajãpi, no período de fevereiro de 2023. Os questionários foram aplicados no início e no final do processo. No decorrer da pesquisa, foi utilizado o diário de itinerância, com o intuito de registrar as observações e as verbalizações pertinentes ao estudo, bem como a análise de conteúdo dos dados. A partir desses dados, foram desveladas as categorias que emergiram das repostas dos alunos, com base no contexto social, cultural e tecnológico. A análise de dados da primeira etapa da pesquisa, articulada ao referencial teórico que subsidia o trabalho, permitiu a segunda etapa da pesquisa, que trata da elaboração de um produto educacional, que foi aplicado ao longo de um período de aula no ensino modular, junto à turma de formação de professores indígenas. O produto Educacional, do tipo Sequência Didática, na forma de livreto, intitulado, “Os saberes do povo Wajãpi e o Ensino de Química”, prevê a percepção dos alunos indígenas da Etnia Wajãpi sobre a Ciência, tecnologia e sociedade, no contexto cultural, social e tecnológico nas Comunidades indígenas da Pedra Branca do Amapari. A construção do produto educacional pelos alunos e mediado pelo professor pesquisador teve êxito, pois trouxe vestígios da Química indígena, o que corrobora a ideia da sua replicabilidade, nas próximas turmas da referida formação e em outras turmas do Ensino Médio. Logo, é possível considerar relevante o uso da Química indígena como proposta de ensino baseada na cultura, com o intuito de estimular a curiosidade, a reflexão e a criatividade, com vistas à transformação da comunidade indígena, a partir da interação da Ciência, da tecnologia e da sociedade.
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O ENSINO, AS TRADIÇÕES E OS SABERES POPULARES DA COMUNIDADE DE MAZAGÃO VELHO, AMAPÁ, BRASIL
(2024) Mendes, Ivone Jacarandá Braga; Machado, Neli Teresinha Galarce; http://lattes.cnpq.br/6666207712034183; Olegário, Fabiane; Pires, Karen Daniela; Oliveira, Aldeni Melo de
A temática desta pesquisa centrou-se no estudo sobre as implicações no Ensino geradas pelas tradições e pelos saberes culturais em uma comunidade afrodescendente de Mazagão Velho, localizada no Amapá. A investigação proposta nesta dissertação teve como delineador o Ensino em uma comunidade afrodescendente e as tradições populares como perspectiva para uma leitura contemporânea dos saberes, como indicador da contextualização e vivência de alguns estudantes da Educação Básica na comunidade de Mazagão Velho/AP. Objetivou-se, nesta investigação, analisar de que modo a cultura e os saberes tradicionais referentes (a) e (da) comunidade de Mazagão Velho reverberam no Ensino das turmas dos anos finais do Ensino Fundamental da Escola Estadual Professora Antonia Silva Santos. Para responder à problemática e aos objetivos propostos, a metodologia utilizada filia-se à abordagem qualitativa, sendo uma pesquisa de campo, com obtenção de dados analíticos e descritivos. Os dados foram adquiridos a partir de entrevistas com equipe gestora, por meio de questionários aplicados a 95 estudantes do 6º ao 9º ano do Ensino Fundamental II e seis professores regentes das turmas envolvidas. Ainda, foi realizada a observação de narrativas do grupo focal, constituído por seis famílias pertencentes à comunidade escolar. No processo foi realizada a análise da produção dos desenhos com estudantes do Ensino Fundamental II e seus familiares e, por fim, da análise dos dados do diário de campo da pesquisadora. Os resultados enfatizam a relação dos envolvidos com o contexto identitário e cultural da comunidade de Mazagão Velho, bem como a construção e o avanço do conhecimento educacional sobre as temáticas culturais e os saberes referentes às tradições populares e a comunidade afrodescendente, com evidencias documentadas em seus festejos, culturas, saberes e tradições registrados neste investigação, além dos patrimónios e identidades significativas documentados através das narrativas, respostas, reflexões e desenhos dos sujeitos envolvidos nesta investigação. Ademais, como principais resultados, destaca-se as formas pelas quais a cultura mazaganense estabeleceu fronteiras e é distinguida pela diferença sobre o que separa sua identidade da outra, com elevações, comumente na forma de oposições. Por fim, esta investigação delineou exclusivamente um fragmento da história de Mazagão Velho e seu contexto educacional. A história de Mazagão Velho se reconstrói de forma transformadora absolutamente por sua multiplicidade de versões culturais de um povo histórico, um conjunto de uma memória cultural que continuamente se desloca no tempo e no espaço por meio das suas oportunas manifestações e práticas culturais dentro da sociedade. Palavras-chave: Cultura Popular. Descendente. Ensino. Identidade Cultural. Mazagão Africana.