Billy Corgan prestou homenagem ao Black Sabbath após o último show da banda de rock, realizado no fim de semana em Birmingham, Inglaterra, chamando a experiência de "um dia lindo e agridoce".
O evento, que durou o dia inteiro no Villa Park, marcou a reunião de Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward pela primeira vez desde 2005. Corgan participou da celebração como parte de um "supergrupo" ao lado de Steven Tyler, Sammy Hagar, Adam Jones (do Tool) e Tom Morello, tocando covers de "Breaking the Law", do Judas Priest, e "Snowblind", do próprio Black Sabbath.
"Ouvi Black Sabbath pela primeira vez no estéreo do meu tio há cerca de 50 anos", compartilhou Corgan no Instagram.
Então foi surreal estar em um campo de futebol com 45 mil pessoas para testemunhar o fim desse grupo grandioso e institucional que me tocou pessoalmente, profissionalmente e, às vezes, até intimamente em momentos furtivos de trabalho e camaradagem. Obrigado Tony, Bill, Geezer e Ozzy por tudo que fizeram por tantos.
Ele continuou: "Devo uma dívida de gratidão à Sharon [Osbourne] por me convidar para participar. Foi, de fato, uma honra em mais níveis do que consigo contar. E testemunhar as apresentações apaixonadas de tantos durante os ensaios — daqueles que admiro à distância, daqueles que conheço também — e ver tudo isso se transformar numa jornada de quase 10 horas de música e comunhão foi algo digno de se ver. A música é, claro, a trilha sonora das nossas vidas, mas ontem, na minha opinião, foi algo realmente especial. Como se uma trilha sonora tridimensional estivesse sendo criada em tempo real. Tudo para celebrar esse retorno para casa da banda que um dia foi conhecida como Earth".
Corgan acrescentou que "toda grande jornada tem provações e tribulações, tragédias e surpresas". "É aí que está a mágica, é aí que estão as lágrimas", escreveu. "Ontem eu gritei de pura exaltação por estar no lugar certo, na hora certa, e chorei em silêncio enquanto meus heróis caíam sobre sua espada mítica e mágica para se despedirem de nós. Temos a música, e temos eles em nossos corações. Você não precisa ser músico para entender. Mas isso ajuda, pelo menos se você estiver tentando decifrar aquilo que é elusivo no cosmos. Agora a banda está aqui e não está; com a gente, e ao mesmo tempo ausente. Como deve ser".
Fonte: www.terra.com.br/diversao/
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