ENTRE A TERRA E O OLHAR: PRÁTICAS EDUCATIVAS QUE RETRATAM VIVÊNCIAS, VÍNCULO E PERTENCIMENTO
DOI:
https://doi.org/10.22410/issn.2176-3070.v18i2a2026.4586Palavras-chave:
Educação Infantil, Pertencimento, Práticas Educativas, Simbologia, VivênciaResumo
O presente artigo tem como objetivo analisar como práticas pedagógicas simbólicas, exemplificadas pela vivência em uma horta escolar, contribuem para a construção da identidade e do sentimento de pertencimento de crianças na Educação Infantil, a partir das concepções e registros de uma professora. O estudo, caracterizado como um relato analítico de experiência com interpretação qualitativa, foi desenvolvido no primeiro semestre de 2026, envolveu uma professora de um centro municipal de Tangará da Serra/MT e utilizou como instrumentos de coleta de dados um questionário semiestruturado e uma análise pictórica de duas imagens selecionadas pela professora que, em seu entendimento, retratassem a diversidade no ambiente escolar. Com base no estudo realizado foi possível compreender os desafios na implementação de metodologias em que o estudante seja o protagonista do seu próprio aprendizado; a rigidez do currículo diante da diversidade escolar latente; e as lacunas na formação de professores quanto ao tema interculturalidade. Conclui-se que, apesar das lacunas na formação docente e da rigidez curricular, a implementação de práticas pedagógicas sensíveis e de cunho simbólico revela-se fundamental para promover o protagonismo infantil, a construção da identidade e o fortalecimento do sentimento de pertencimento em contextos de diversidade.
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