ESTIMATIVA DA EROSÃO LAMINAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE – GO A PARTIR DE ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS

Autores

  • Elaine Eluizy Ribeiro Silva Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia
  • Estéfane Silva Lopes Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia
  • Luana Regina Pires de Sousa Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia
  • Marina Alberti Macedo Professora Instituto Federal de Goiás
  • Cecília de Castro Bolina Universidade Federal de Goiás - Regional Jataí
  • Marcelus Isaac Lemos Gomes Engenheiro da Universidade Federal de Goiás e Professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.22410/issn.1983-036X.v24i3a2017.1333

Palavras-chave:

Perda de solos, Erosão, Sistema de informações geográficas

Resumo

No ano de 2009 foi construída a barragem do Ribeirão João Leite, localizada na região central do Estado de Goiás, obra que garante parte do abastecimento de água da população de Goiânia-GO e região metropolitana por 25 anos. A tendência de crescimento populacional a ser atendida por esta barragem indica a necessidade de preservação da qualidade da água distribuída a seus consumidores. Baseado neste fato, o presente estudo tem o objetivo de quantificar a perda de solos por erosão laminar na bacia hidrográfica do Ribeirão João Leite, no ano de 2011 para verificar o potencial de erosão no manancial. A perda de solo foi estimada de forma quantitativa por meio da Equação Universal de Perda de Solos, utilizando para tanto, um Sistema de Informações Geográficas ArcGis 9.3 para processamento, tratamento e produção de informações. O cálculo feito através desta Equação foi realizado por meio da inclusão de um algoritmo para o cálculo automatizado dos fatores topográfico, de potencial natural à erosão laminar, de perda de solo por erosão laminar, e comprimento de rampa. O Sistema de Informações Geográficas se mostrou altamente eficiente no sentido de possibilitar a obtenção de informações macros de forma rápida. O resultado obtido mostrou que 74,01% da área da bacia possuem fraco potencial e 25,99% da área da bacia possui moderado a forte potencial a erosão, necessitando assim, de práticas conservacionistas para evitar erosões mais acentuadas.

Biografia do Autor

Elaine Eluizy Ribeiro Silva, Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia

Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia

Estéfane Silva Lopes, Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia

Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia

Luana Regina Pires de Sousa, Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia

Engenheira Civil e Agrimensora – IFG Goiânia

Marina Alberti Macedo, Professora Instituto Federal de Goiás

Professora Instituto Federal de Goiás

Cecília de Castro Bolina, Universidade Federal de Goiás - Regional Jataí

Profa. Dra. da Agronomia, Zootecnia e Engenharia Florestal da Universidade Federal de Goiás.

Marcelus Isaac Lemos Gomes, Engenheiro da Universidade Federal de Goiás e Professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás

Engenheiro da Universidade Federal de Goiás e Professor da Pontifícia Universidade Católica de Goiás

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Publicado

28-12-2017

Como Citar

RIBEIRO SILVA, Elaine Eluizy; LOPES, Estéfane Silva; DE SOUSA, Luana Regina Pires; MACEDO, Marina Alberti; BOLINA, Cecília de Castro; GOMES, Marcelus Isaac Lemos. ESTIMATIVA DA EROSÃO LAMINAR NA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIBEIRÃO JOÃO LEITE – GO A PARTIR DE ANÁLISE ESPACIAL DE DADOS. Revista Estudo & Debate, [S. l.], v. 24, n. 3, 2017. DOI: 10.22410/issn.1983-036X.v24i3a2017.1333. Disponível em: https://www.univates.br/revistas/index.php/estudoedebate/article/view/1333. Acesso em: 19 maio. 2024.

Edição

Seção

Artigos