EDUCAÇÃO E RESÍDUOS SÓLIDOS NO BRASIL: PANORAMA DAS PESQUISAS ACADÊMICAS (2017–2021)
DOI:
https://doi.org/10.22410/issn.1983-036X.v33i1a2026.4481Palavras-chave:
educação, resíduos sólidos, educação ambiental, ensinoResumo
Este estudo analisa a produção acadêmica brasileira sobre resíduos sólidos e educação entre 2017 e 2021, com base no catálogo de teses e dissertações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). A escolha resultou em trabalhos, que tratam de práticas de Educação Ambiental (EA). O objetivo deste artigo é apontar as relações estabelecidas entre educação e resíduos sólidos, e as práticas de EA, que podem promover transformações nas percepções e participação cidadã. Os autores destacam a importância da corrente crítica, contemporânea, e procuram associar as realidades comunitárias às necessidades de engajamento aos projetos e planos de melhoria da qualidade de vida. A Educação de Qualidade, um dos objetivos do desenvolvimento sustentável (ODS 4), é o pilar para a constituição de programa educativos em relação ao meio ambiente. As estratégias didático-pedagógicas e outras, não escolares, utilizadas pelos autores, incluem práticas lúdicas como jogos, oficinas, projetos comunitários, ações em escolas, universidades e associações. Eles verificaram falhas na aplicabilidade das normas, na falta de formação específica para tratar das realidades comunitárias, das questões ambientais, da compreensão da responsabilidade compartilhada dos atores públicos e privados de todos os segmentos. Logo, é relevante associar o tema de estudo dos resíduos à educação, pois proporciona a interconexão com as metas globais de oferecer educação de qualidade, as quais levam às transformações nas visões de mundo, a aquisição de direitos básicos.
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