Fisioterapia
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Navegando Fisioterapia por Orientador "Duarte, Fabrício"
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- ItemAcesso AbertoAvaliação da amplitude de movimento de rotação do ombro de jogadores de voleibol e sua correlação com o encurtamento do músculo peitoral maior(2017-10) Carvalho, Gabriele Mello De; Duarte, Fabrício; http://lattes.cnpq.br/8153633480271324Este trabalho pesquisou a amplitude articular do movimento de rotação interna e externa do ombro, visando correlacionar o encurtamento do músculo peitoral maior com o membro dominante de jogadoras de voleibol. Teve como voluntárias atletas da equipe feminina infanto juvenil de voleibol de um colégio privado da cidade de Lajeado/RS. A amostra foi constituída de atletas, com média de 16,5 anos, praticantes há pelo menos três anos. Para a mensuração da ADM de rotação, foi utilizado um goniômetro da marca “Fisio 2000” bem como o protocolo de avaliação para mensuração de ADM proposto por Clarkson14. Para avaliação da flexibilidade do músculo peitoral maior, foi aplicado o teste proposto por Kendall15 em ambos os ombros. Como resultado, obteve-se uma ADM média de 54,5 graus para rotação interna do ombro direito e 66,78 graus para ombro esquerdo, no movimento de rotação externa, o ombro direito obteve uma média 83,64 graus e 78,5 graus no ombro esquerdo. Para encurtamento do músculo peitoral maior, obteve-se média de 7,57 graus para o lado direito e 11,5 graus para o lado esquerdo. Após a aplicação do teste de T-Student aos dados, não foram encontrados diferenças estatisticamente significativas entre encurtamento de peitoral entre os lados direitos e esquerdo, porém foram encontradas diferenças para o movimento de rotação interna do braço dominante, onde este possui menor amplitude de movimento em relação ao não dominante (P=0,0015). Para o movimento de rotação externa de ombro, o braço dominante possui maior amplitude de movimento que o não dominante (P= 0,0435).
- ItemAcesso AbertoAvaliação da resposta dinâmica de pés protéticos através do sensor inercial – um estudo de caso(2017-03) Girotto, Paula Regina; Duarte, Fabrício; http://lattes.cnpq.br/8153633480271324A amputação do membro inferior constitui evento traumático físico e emocional para quem o sofre, pois perde-lo acarreta grande repercussão física, tal que a reabilitação é o procedimento para o indivíduo amputado voltar a realizar a marcha mais naturalmente. O estudo almeja verificar a resposta dinâmica dos pés protéticos, durante a marcha, em um indivíduo amputado. Realizou-se a avaliação da marcha de uma voluntaria com 36 anos, amputada transtibial, adaptada a prótese e utilizando aparelho sensor inercial, marca Free4act, com a utilização de dois tipos de pés protéticos: pé SACH e pé Dinâmico, ambos da marca OttoBock. A coleta ocorreu em duas etapas: primeiramente, a voluntária realizou caminhada em esteira com os pés selecionados por 5 minutos para familiarização; posterior, caminhou em linha reta por 15 metros com o sensor ligado. Os resultados da velocidade, cadência, comprimento do passo, porcentagem da fase de apoio e balanço foram anotados numa tabela para posterior comparação. O pé SACH aumenta a velocidade e a cadência da marcha, porém quando comparado com o membro inferior não amputado, este apresenta menor comprimento do passo. O pé dinâmico possui melhor resposta comparado ao pé SACH, de modo que se assemelha com o membro inferior não amputado, como também com o pé humano. A avaliação espaço-temporal da marcha, por sensor inercial, demonstrou-se útil, ao passo que gerou dados quantitativos reprodutíveis. Logo, há necessidade de realizar um estudo com amostragem maior e com diferentes níveis de amputações para obter dados mais significativos.