Fisioterapia
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Navegando Fisioterapia por Orientador "Sinigaglia, Giovana"
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- ItemAcesso AbertoCorrelação da mobilidade funcional, equilíbrio e risco de quedas nos estágios da Doença de Parkinson(2023-11) Scherer, Nayara Lucy; Sinigaglia, Giovana; http://lattes.cnpq.br/9136609294382198; Fleig, Tania Cristina Malezan; Dhein, GiseleA Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa crônica mais frequente no mundo depois da doença de Alzheimer e abrange complicações motoras e não motoras, que geram grande incapacidade e perda da independência funcional. O objetivo deste estudo é identificar o estágio da DP nos participantes da pesquisa e correlacionar com a mobilidade funcional, o equilíbrio e o risco de quedas. Foram avaliados 12 indivíduos entre 60 e 80 anos com diagnóstico de DP em três estadiamentos da patologia através da escala de Hoehn and Yahr (1.5, 2 e 2.5). A avaliação consistiu em mensurar o risco de quedas a partir da Escala de Downton, a mobilidade funcional com o teste funcional Timed Up and Go (TUG) e o equilíbrio estático e dinâmico pela Escala de Equilíbrio de Berg (EEB). A análise de componentes principais foi aplicada considerando os três estágios de desenvolvimento da doença com o intuito de reduzir a dimensionalidade dos dados e normalizá-los. A PC1 explicou 72% da variância dos dados e foi considerada suficiente para explicar as correlações. As avaliações de TUG, EEB e Escala de Downton são mais correlacionadas com os estágios 2 e 2.5 em comparação ao 1.5. Os dados mostraram como o risco de quedas, a mobilidade funcional e o equilíbrio são correlacionados com a progressão da doença e ratificam a importância da fisioterapia em casos de DP.
- ItemAcesso AbertoEfeitos do uso da terapia por realidade virtual na marcha e equilíbrio de indivíduos acometidos pela Doença de Parkinson(2024-12) Mallmann, Fernanda Ribeiro; Sinigaglia, Giovana; http://lattes.cnpq.br/9136609294382198; Grave, Magali Teresinha Quevedo; Nervis, DanieleResumo: A Doença de Parkinson (DP) é a segunda doença neurodegenerativa que mais acomete a população idosa. É crônica e incurável, afetando a funcionalidade e a cognição, com sinais e sintomas característicos. Nesse contexto, o tratamento é pautado no retardo da progressão da doença, a fim de assegurar a qualidade de vida desse público, sendo as condutas não convencionais, como a Terapia por Realidade Virtual (TRV), alternativas. Objetivo: Analisar os efeitos do uso da TRV na marcha e equilíbrios estático e dinâmico de indivíduos acometidos pela DP. Metodologia: Trata-se de um estudo longitudinal, exploratório de casos múltiplos, do tipo quantitativo. Realizou-se cinco intervenções com cinco participantes acometidos pelos estágios 1 e 2 da DP, de um Projeto de Extensão da Universidade do Vale do Taquari, em Lajeado/RS, com os quais foram aplicados, durante os encontros semanais do grupo, a TRV. Para avaliação e reavaliação, utilizou-se a Escala de Equilíbrio de Berg (EEB), o Teste de Romberg e o Timed Up and Go Test (TUGT). Resultados: Não houve diferença significativa quando comparado antes e depois da utilização da TRV em escores de equilíbrio ou risco de quedas. Conclusão: Não há como afirmar que a baixa frequência, o curto período de aplicação e o pequeno tamanho amostral justificam o achado: o uso da TRV nos equilíbrios estático e dinâmico e na marcha de indivíduos acometidos pela DP não traz diferenças significativas. Acredita-se que este recurso possa ser utilizado como complementar à fisioterapia convencional.