Use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10737/2231
Title: Avaliação da degradação de cefalexina por processo oxidativo avançado UV/H2O2 em solução aquosa
Authors: Altmayer, Taciélen
Keywords: Antibiótico;POA;Tratamento de água;PFR
Date of Defense: 2-Jul-2018
Issue Date: 8-Oct-2018
Citation: ALTMAYER, Taciélen. Avaliação da degradação de cefalexina por processo oxidativo avançado UV/H2O2 em solução aquosa. 2018. Artigo (Graduação) – Curso de Engenharia Química, Universidade do Vale do Taquari - Univates, Lajeado, 02 jul. 2018. Disponível em: http://hdl.handle.net/10737/2231.
Abstract: O desenvolvimento de processos de tratamento água e efluentes é fundamental para o bem-estar humano e ambiental. Os fármacos têm ganhado destaque como poluentes emergentes, pois mesmo em baixas concentrações trazem problemas ao meio ambiente. Dentre os fármacos estudados, os antibióticos são um dos mais preocupantes pois podem causar resistência bacteriana. Dentre os antibióticos, um dos mais utilizados atualmente é a cefalexina. Nesse segmento, destacam-se os Processos Oxidativos Avançados (POAs), em muitos casos considerados mais eficazes que processos convencionais. Neste trabalho, o objetivo foi avaliar a degradação do antibiótico cefalexina em solução aquosa por meio de POA baseado na combinação entre lâmpada de mercúrio de radiação ultravioleta (UV) e peróxido de hidrogênio (H2O2). Para isto utilizou-se um reator do tipo PFR (Plug Flow Reactor) de vidro, em combinação com três lâmpadas com radiação UV, protegidos por uma caixa de madeira. Diferentes pHs e concentrações de H2O2 foram avaliados. A concentração de cefalexina foi estabelecida em 30 ppm. O H2O2 foi adicionado na água junto com o analito. A cefalexina e H2O2 foram determinados por espectrofotometria de absorção molecular (UV). Depois de estabelecida a melhor condição foi realizado reciclo de 25, 50, 75 e 100% do experimento. Como resultados, tem-se que a melhor condição para degradação foi 70 ppm de H2O2 e pH 10. A partir dela, e considerando um reciclo de 100%, a melhor remoção foi de 26,14%. Assim, conclui-se que é possível degradar o antibiótico, contudo o ideal seria utilizar um reator de quartzo para melhor degradação da cefalexina.
URI: http://hdl.handle.net/10737/2231
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