Use this identifier to cite or link to this item: http://hdl.handle.net/10737/2597
Title: Abandono afetivo inverso – uma perspectiva da cidade de Estrela/RS
Authors: Trapp, Gustavo
Keywords: Abandono afetivo Inverso;Idosos;Assistência Social
Date of Defense: 2-Jul-2019
Issue Date: Jun-2019
Citation: TRAPP, Gustavo. Abandono afetivo inverso – uma perspectiva da cidade de Estrela/RS. 2019. Monografia (Graduação em Direito) – Universidade do Vale do Taquari - Univates, Lajeado, 02 jul. 2019. Disponível em: http://hdl.handle.net/10737/2597.
Abstract: Frente ao recente reconhecimento do idoso à composição da sociedade, incluíram-se a esse reconhecimento as problemáticas advindas de uma população que possui forte tendência de crescimento. O abandono afetivo inverso, que é a ocorrência do abandono afetivo de idosos por seus responsáveis, é apenas mais uma das diversas dificuldades resguardadas aos protagonistas do envelhecimento populacional. Objetivando demonstrar as medidas tomadas pela sociedade civil organizada e pelo Poder Público, no ano de 2018, na cidade de Estrela/RS, frente ao abandono afetivo inverso, buscou-se, inicialmente, através de um embasamento doutrinário sobre o tema para, posteriormente, através de uma pesquisa de campo, aplicando uma entrevista e questionários aos profissionais da Assistência Social, expor a prática frente à teoria apresentada. Diante dos resultados, ficou claro que o Poder Público, incluindo-se a política assistencial, nos papéis do Centro de Referência em Assistência Social – CRAS e do Centro de Referência Especializado em Assistência Social – CREAS, que foram objetos da pesquisa de campo, exercem suas funções da forma que lhes é devida, dentro dos recursos que lhes é cabido, no entanto, a sociedade civil organizada não se faz presente diante as necessidades dos idosos. Além dos reais objetos da pesquisa, constataram-se questões pertinentes quanto à participação efetiva das comunidades, bem como alguns fatores que levam as ocorrências de abandonos. Por fim, concluiu-se que o direito por si só não é capaz de solucionar de forma integral as ocorrências de abandono afetivo, uma vez que somente é possível mensurar o abandono material e a responsabilidade do cuidado, quando houver uma efetiva reestruturação familiar, baseada nos vínculos afetivos.
URI: http://hdl.handle.net/10737/2597
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