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De onde vieram as superstições?

Postado por Lais Pontin Matos

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➡ Assim como o Cebolinha*, já estamos quase carecas de saber que abrir um guarda-chuva dentro de casa atrai má sorte, que fazer pedidos a uma estrela cadente é um ótimo negócio, que jogar sal por cima do ombro esquerdo evita o olho gordo… O fato é que, mesmo sem comprovação científica, as crendices populares resistem ao passar do tempo e, de maneira irracional, nos obrigam a, por exemplo, desviar de gatos pretos na rua e também a pôr uma vassoura atrás da porta para espantar as visitas que acham que a morada da gente é hotel cinco estrelas com serviços de café da manhã e Wi-Fi grátis. No post de hoje, trazemos as origens de cinco superstições que todo mundo conhece. Se as crenças não funcionarem quando colocadas em prática, pelo menos você poderá culpar as pessoas que as inventaram...

Divulgação/hqscomcafe.com.br

1) Abrir um guarda-chuva dentro de casa (ou em qualquer outro local fechado) atrai má sorte ☂

Divulgação/Pexels

 

No século XVIII, os ingleses produziam guarda-chuvas que possuíam um mecanismo de metal rígido capaz de causar acidentes e machucar tanto as pessoas que manuseavam as sombrinhas quanto os indivíduos que estivessem por perto dos objetos. Foi assim que surgiu a superstição de que abrir um guarda-chuva dentro de casa (ou em qualquer outro local fechado) atrai má sorte.

Bem, não há como negar que para alguns sujeitos desafortunados que se feriram essa crença realmente fez um sentido danado…

2) Jogar sal sobre o ombro esquerdo evita o olho gordo 🧂

Divulgação/Pexels

 

Segundo uma lenda turca, sobre o nosso ombro esquerdo vive um anjo mau que faz o possível e o impossível para nos ver derrotados feat. aos prantos. A boa notícia é que, jogando um salzinho na peste, podemos cegá-la. Vade retro, Satanás! 

3) Gato preto é sinônimo de azar 🐈‍⬛

Devido ao seus hábitos noturnos, os gatos pretos são relacionados às bruxas desde a Idade Média. Naquela época, o papa Inocêncio VIII (seria ele tão inocente assim?) chegou até mesmo a incluir os bichanos na lista de perseguidos da Igreja Católica. Em 1651, William Baldwin, um autor inglês, reforçou ainda mais a lenda ao escrever uma ficção de horror que apresentava os felinos como bruxas disfarçadas. Sabemos que é feio julgar as pessoas, mas que faltou louça suja para esses dois homens lavarem ao longo da vida, ah, isso faltou…

Divulgação/Pexels

Não se deixe enganar pela minha carinha de mau, ok? Eu sou um amorzão!

4) Dar três batidinhas consecutivas na madeira afasta maus presságios 🪵

Divulgação/Pexels

 

Antes da era cristã, as árvores tinham um significado especial para muitas culturas. Elas eram vistas, por exemplo, como oráculos, casas de espíritos e deuses. As pessoas colocavam as mãos nas árvores para fazer pedidos, orar ou agradecer por graças alcançadas. Com o tempo, o hábito se popularizou ainda mais e foi assim que passamos a batucar dar as tais três batidinhas na madeira.

5) Tome cuidado com o número 13

A superstição de que o número 13 atrai coisas ruins tem várias origens. Uma delas está relacionada a Judas, o traidor de Jesus, que, apesar de ser o 12º apóstolo, foi o 13º convidado da Santa Ceia. Em outro jantar, Loki, o Deus da Trapaça, foi o 13º participante. Diz a lenda que, além de chegar de surpresa ao evento, ele induziu o Deus cego Hoder a matar involuntariamente seu irmão com uma flechada. Queremos muito acreditar que um suquinho de maracujá feito no capricho teria conseguido acalmar os ânimos desse pessoal! O que você acha?

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