Univates

Projeto proporciona aos alunos de Direito vivência jurídica-empresarial

9 maio 2022

Você sabia que os alunos do curso de Direito da Univates têm inúmeras possibilidades de estágio? Confira um pouco mais sobre o projeto Clínica de Atendimento Jurídico-Empresarial!

Esse espaço foi elaborado pelo curso de Direito e pelo Parque Científico e Tecnológico do Vale do Taquari (Tecnovates). Ele busca promover e divulgar a prática jurídica empresarial no âmbito acadêmico. O programa acontece todos os semestres e é uma experiência inovadora de ensino e aprendizagem. A Clínica de Atendimento Jurídico-Empresarial é destinada aos alunos do curso de Direito para que se sintam incentivados a desenvolver competências necessárias para posterior atuação profissional.

Dessa forma, a clínica objetiva uma vivência real de atividade jurídica por meio de atendimentos às empresas incubadas e instaladas no Tecnovates.

Foto: Nicole Morás

Ambientes acadêmico e profissional em um só espaço

Capacitar os discentes da graduação em relação a temas vinculados à área empresarial, auxiliar os estudos no encaminhamento das demandas jurídicas das empresas incubadas e possibilitar a interação dos alunos da disciplina de Direito Empresarial I e das entidades do Tecnovates são alguns dos objetivos propostos pelo programa.

Os estudantes selecionados como estagiários são supervisionados por um docente de Direito, e atendem demandas selecionadas pela gerência do Tecnovates ou pelas empresas. “A apresentação dos discentes a uma realidade profissional empresarial é fundamental para a futura carreira dos estudantes de Direito. Sem dúvidas, será um diferencial para eles quando ingressarem no mercado de trabalho”, afirma o coordenador adjunto do curso, Júnior R. Willig. O professor conta que a clínica proporciona uma vivência jurídica diferente das experiências oportunizadas na sala de aula ou nos estágios curriculares desenvolvidos ao longo da graduação.

Foto: Tuane Eggers

Oportunidade de experiência

Alguns estagiários estão quase finalizando a graduação de Direito, outros estão na metade, como João Paulo Hartmann Faleiro, que tem 34 anos e é contador. Segundo ele, não há requisito mínimo ou pré-requisito de disciplinas concluídas no curso para trabalhar na clínica. “O que precisa ter é determinação e vontade de desenvolver um ótimo serviço que atenda a demanda proposta pelos empresários”.

“Com esse estágio, tenho a oportunidade de praticar o que aprendo na faculdade e atender as necessidades reais das empresas no mercado regional”, explica. A sua função é auxiliar a empresa em questões legais e na prevenção de futuras demandas judiciais.

“Um dos melhores exemplos de como a Inovates pode ajudar as empresas incubadoras”

A Allogica, empresa vinculada ao Tecnovates, foi uma das entidades atendida pelo projeto. Ela consiste em uma organização de tecnologia que desenvolve uma experiência com integração de hardware e software. O objetivo da incubada é colocar a segurança do usuário e de seus dados em primeiro lugar.

Um dos co-fundadores e administrador da empresa, Rogiel Sulzbach, conta que a demanda que a Allogica apresentou para a clínica foi referente aos termos de uso e serviço de uma nuvem privada criada pela incubada. “Há várias questões legais que precisam ser respondidas. Somos uma empresa formada por três engenheiros eletricistas, ou seja, a área jurídica do negócio é difícil para nós. Quando se trata de assuntos jurídicos, uma solução exata não existe, e é preciso pensar várias possibilidades: é aí que a clínica jurídica entra”, afirma.

“O projeto é um dos melhores exemplos de como a Inovates pode ajudar as empresas incubadoras, uma vez que, como uma empresa iniciante, não temos condições financeiras de contratar uma consultoria”, comenta Rogiel.

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