Estrutura Curricular Doutorado


DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS: 45 horas
Tópicos Avançados em Biotecnologia
CH: 45h-a

Ementa:

Tópicos avançados em diferentes áreas da biotecnologia especialmente em saúde - discutindo temas relacionados ao diagnóstico, drug design e desenvolvimento de fármacos, moléculas farmacologicamente ativas, entre outros - e na produção de alimentos - abordando assuntos sobre controle de pragas, melhoramento genético na produção de alimentos, reprodução animal, desenvolvimento e controle de qualidade de alimentos, produção de enzimas, entre outros. Discussão de artigos e apresentação de seminários pelos alunos.

Bibliografia:

- Básica
CELL. Washington: Cell Press, 1974-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/00928674
SCIENCE. Nova York: HighWire Press, 1980-. Disponível em: http://www.sciencemag.org/journals
TRENDS IN BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01677799

- Complementar
CURRENT OPINION IN BIOTECHNOLOGY. London: Elsevier, 1990-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09581669
INNOVATIVE FOOD SCIENCE & EMERGING TECHNOLOGIES. Amsterdam: Elsevier, 2000-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/14668564
JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01681656
NATURE BIOTECHNOLOGY. Nova York: Macmillan, 1983-. Disponível em: http://www.nature.com/nbt/index.html
NEESSER, J.; GERMAN, J. B. Bioprocesses and biotechnology for functional foods and nutraceuticals. Nova York: Marcel Dekker, 2004.



DISCIPLINAS ELETIVAS: 555 horas
Alimentos Funcionais E Biotecnologia
CH: 45h-a

Ementa:

Estuda as propriedades funcionais e de saúde e os compostos bioativos dos alimentos: evolução de conceitos, classificação, caracterização, legislação e rotulagem. Aborda as tendências de mercado e desenvolvimento de produtos alimentícios com propriedades funcionais. Estuda os processos biotecnológicos aplicados ao desenvolvimento de alimentos funcionais. Discute os ensaios clínicos e epidemiológicos aplicados à saúde. Discussão de artigos publicados em periódicos. Projeto teórico-prático: desenvolvimento de produtos alimentícios funcionais por meio de processos biotecnológicos.

Bibliografia:

- Básica
Journal of Functional Foods. Amsterdam: Elsevier, 2009-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/17564646
OLIVEIRA, M. N. Tecnologia de produtos lácteos funcionais. São Paulo: Atheneu, 2009.
WILDMAN, R. E. C. Handbook of nutraceuticals and functional foods. Boca Raton: CRC Press, 2007.

- Complementar
COSTA, N. M. B.; ROSA, C. O. B. Alimentos funcionais: componentes bioativos e efeitos fisiológicos. Rio de Janeiro: Rubio, 2011.
ESKIN, N. A. M. Dictionary of nutraceuticals and functional foods. Boca Raton: CRC Press, 2006.
Innovative Food Science & Emerging Technologies. Amsterdam: Elsevier, 2000-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/14668564
KOBLITZ, M. G. B. Bioquímica de alimentos: teoria e aplicações práticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
NEESSER, J.; GERMAN, J. B. Bioprocesses and biotechnology for functional foods and nutraceuticals. Nova York: Marcel Dekker, 2004.
Aspectos Moleculares de Doenças Multifatoriais
CH: 30h-a

Ementa:

Variação genética em humanos, mutações e polimorfismos. Análise de características quantitativas e qualitativas. Estudos moleculares de associação e de varredura genômica. Base molecular de doenças metabólicas, diabetes, doenças cardiovasculares, obesidade, doenças psiquiátricas e câncer. Expressão gênica e câncer. Modificadores ambientais nas doenças complexas: análises gene x ambiente. Epigenética. Apresentação e discussão de artigos publicados em periódicos relacionados.

Bibliografia:

- Básica
STRACHAN, T. Genética Molecular Humana. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
HEDRICK, P. W. Genetics of Populations. 4ª ed. Boston: Jones & Bartlett, 2011.
WATSON, J. D.; MYERS, R. M.; AMY, A. WITKOWSKI, J. A. DNA recombinante: genes e genomas. Porto Alegre: Artmed, 2009.

- Complementar
TURNPENNY, P.; ELLARD, S. E. Genética Médica. 13ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
WEINBERG, R. A. A biologia do câncer. Porto Alegre: Artmed, 2008.
SALZANO, F. M. Genômica e evolução: moléculas, organismos, sociedades. São Paulo: Oficina de Textos. 2012.
GENETICS AND MOLECULAR BIOLOGY. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética, 1998-. Disponível em: http://www.scielo.br/gmb.
NATURE GENETICS. Nature publishing group. Disponível em: http://www.nature.com/ng/index.html.
TRENDS IN MOLECULAR MEDICINE. Amsterdam: Elsevier, 2001-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/14714914.
Bioecologia de Agroecossistemas e Controle Biológico
CH: 45h-a

Ementa:

Estuda os conceitos de agroecossistemas e controle biológico; agentes, métodos e tipos de controle biológico; criação, seleção e conservação de agentes de controle biológico; interação inseto-planta; controle biológico aplicado em sistema convencional e na agroecologia; uso da diversidade vegetal em agroecossistemas na manutenção de inimigos naturais de herbívoros; casos de sucesso de controle biológico e agroecossistemas. Discussão de artigos científicos. Saída de campo e atividades práticas em laboratório.

Bibliografia:

- Básica
DEBACH, P.; ROSEN, D. Biological control by natural enemies. 2. ed. Great Britain: Cambridge University Press, 1991.
DREISTADT, S. H. Pests of landscape trees and shrubs: an integrated pest management guide. 2. ed. Richmond: University of California, 2004. 501 p.
ALTIERI, M. A. Agroecology: the science of sustainable agriculture. 2. ed. Boulder: Westview Press, 1995. 433 p.

- Complementar
BUENO, V. H. P. Controle biológico de pragas: produção massal e controle de qualidade. 2. ed. rev. ampl. Lavras: UFLA, 2009. 429 p.
DRIESCHE, R. G. V.; BELLOWS JR., T. S. Biological control. Boston: Kluwer, 1996. 539 p.
FLINT, M. L.; DREISTADT, S. H. Natural enemies handbook: the illustrated guide to biological pest control. Berkeley: University of California Press, c1998.
PARRA, J. R. P.; OLIVEIRA, H. N.; PINTO, A. S. Guia ilustrado de pragas e insetos benéficos dos citros. Piracicaba: Alexandre de Sene Pinto, 2003. 64 p.
Bioeconomia
CH: 30h-a

Ementa:

Noções e conceitos de economia. O mercado biotecnológico (produtos, processos e serviços): desafios e oportunidades. Casos de produtos e processos biotecnológicos.

Bibliografia:

- Básica
GAISFORD, J. D. et al. The economics of Biotechnology. Northampton: Edward Elgar, 2001.
PINHO, D. B.; VASCONCELLOS, M. A. S. (Orgs.). Manual de economia. 5ªed. São Paulo: Saraiva, 2010.
ROY, M. J. Biotechnology Operations: principles and practices. Boca Raton: CRC Press, 2011.

- Complementar
ANTUNES, A. Gestão em biotecnologia. Rio de Janeiro: E-papers, 2006.
CHIAVENATO, I. Vamos abrir um novo negocio? São Paulo: Makron Books, 1995.
RIFKIN, J. O século da biotecnologia: a valorização dos genes e a reconstrução do mundo. São Paulo: Makron Books, 1999.
BON, E. P. S.; FERRARA, M. A.; CORVO, M. L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e mercado. Rio de Janeiro: Interciência,2008.
BIOTECHNOLOGY ADVANCES. Amsterdan: Elsevier, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/07349750.
Bioestatística
CH: 30h-a

Ementa:

Proporcionar conhecimentos sobre probabilidade, estatística descritiva, distribuições amostrais, correlação, regressão, qui-quadrado, análise de variância e testes post-hoc. Exercícios práticos usando softwares de bioestatística.

Bibliografia:

- Básica
CALLEGARI-JAQUES, S. M. Bioestatística: princípios e aplicações. Porto Alegre: Artmed, 2008.
VIEIRA, S. Bioestatística: tópicos avançados. 2a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2003.
ZAR, J. H. Biostatistical analysis. 5a ed. New Jersey: Prentice Hall, 2010.

- Complementar
JEKEL, J. F. Epidemiologia, bioestatística e medicina preventiva. Porto Alegre, ArtMed, 2005.
LANGE, H. Mathematical and statistical methods for genetic analysis. 2nd ed. New York, Springer-Verlag, 2002.
LEE, E. T.; WANG, J. Statistical methods for survival data analysis. 3rd ed. New York, John Wiley and Sons, 2003.
PAGANO, M.; GAUVREAU, K. Princípios de bioestatística. 2a ed. São Paulo, Thomson, 2010.
WEYNE, G. R. S. Bioestatística e validade de trabalhos científicos. 2a ed. Scortecci, 2009.
Bioética e Biossegurança Aplicada à Biotecnologia
CH: 30h-a

Ementa:

Estudo da origem da Bioética, de seus conceitos e da sua aplicação em Biotecnologia. Análise dos riscos biológicos, classificação e medidas de contenção biológica, desinfecção, esterilização e gerenciamento de resíduos. Compreensão do Sistema Nacional de Biossegurança em Biotecnologia e dos Comitês de Ética em Pesquisa.

Bibliografia:

- Básica
BINSFELD, P. C. Fundamentos Técnicos e o Sistema Nacional de Biossegurança em Biotecnologia. Rio de Janeiro: Editora Interciência. 2015. 434 p.
VEATCH, R. M. Bioética. 3. ed. São Paulo: Pearson Education do Brasil, 2014. 256 p.
SILVA, J. V. Bioética: meio ambiente, saúde e pesquisa. São Paulo: Iatria, 2006. 208 p.

- Complementar
HIRATA, M. H.; HIRATA, R. D. C.; MANCINE FILHO, J. Manual de Biossegurança. 2. ed. São Paulo: Editora Manole. 2012. 384 p.
PESSINI, L.; BARCHIFONTAINE, C. P. Problemas atuais de bioética. São Paulo: Centro Universitário São Camilo: Loyola. 2007. 584p.
PESSANHA, L.; WILKINSON, J. Transgênicos, recursos genéticos e segurança alimentar: o que está em jogo nos debates? Campinas: Armazém do Ipe, 2005. 132 p.
TEIXEIRA, P.; VALLE, S. (Orgs). Biossegurança: uma abordagem multidisciplinar. 2. ed. Rio de Janeiro: Fiocruz, 2012.
FUKUYAMA, F.. Nosso futuro pós-humano - Consequências da revolução da biotecnologia. Rio de Janeiro: Rocco, 2003. 268p.
Biologia Celular e Molecular Básica
CH: 45h-a

Ementa:

Biomembranas, organelas celulares animal e vegetal, princípios de sinalização celular, estrutura e organização do genoma. Replicação, transcrição, processamento do RNA e tradução. Controle da expressão gênica em procariotos e eucariotos. Discussão de artigos científicos na área.

Bibliografia:

- Básica
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2011.
COOPER, G. M. A célula: uma abordagem molecular. 3ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
ZAHA, A.; FERREIRA, H. B.; PASSAGLIA, L. M. P. (Orgs). Biologia molecular básica. 4. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.

COMPLEMENTAR:
CLARK, D. P. Molecular Biology. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
LEWIN, B. Genes IX. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
STRACHAN, T. Genética Molecular Humana. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
WALTER, P. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre, Artmed, 2004.
WATSON, J. D. Biologia molecular do gene. 7a ed. Porto Alegre, Artmed, 2015.

Biotecnologia Aplicada à Reprodução Animal
CH: 30h-a

Ementa:

Histórico do uso de biotecnologias na reprodução de animais de produção. Biotecnologias reprodutivas ligadas ao macho: tecnologia e conservação do sêmen. Manipulação da espermatogênese. Biotecnologias reprodutivas ligadas à fêmea: Controle do ciclo estral, endocrinologia do desenvolvimento, maturação folicular e ovulação. Endocrinologia das relações materno-fetais. Processos in vitro: fertilização in vitro, maturação in vitro, transferência de embriões. Criobiologia. Avaliação dos processos biotecnológicos nos indicadores produtivos e econômicos. Apresentação e discussão de artigos publicados em periódicos.

Bibliografia:

- Básica
GONÇALVES, P. B. D. et al. Biotécnicas aplicadas à reprodução animal. São Paulo: Roca. 2008.
HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7. ed. São Paulo: Manole. 2004.
SENGER, P. L. Pathways to pregnancy and Parturition. 2. ed. Pullman: Current Conceptions. 2003.

- Complementar
ALVARENGA, M. A. et al. Amides as cryoprotectants for freezing stallion semen: A review. Animal Reproduction Science, v.89, p.105-113, 2005.
ANIMAL REPRODUCTION. Belo Horizonte: CBRA, 2004-. Disponível em: http://www.cbra.org.br/portal/index.htm
ANIMAL REPRODUCTION SCIENCE. Amsterdam: Elsevier, 1978-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/03784320
BARBAS, J. E R. MASCARENHAS. Cryopreservation of domestic animal sperm cells. Cell and Tissue Banking, v.10, p.49-62, 2009.
THERIOGENOLOGY. Amsterdam: Elsevier, 1974-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/0093691X
Biotecnologia e Biotransformações de Produtos Naturais
CH: 45h-a

Ementa:

Importância econômica e ambiental dos produtos naturais. Principais classes de metabólitos secundários em plantas. Métodos de isolamento e de determinação estrutural. Síntese e biossíntese de produtos naturais. Modificações estruturais em produtos naturais mediadas por micro-organismos e enzimas. Aplicações de produtos naturais em processos biotecnológicos. Apresentação de seminários pelos alunos e discussão de artigos. Experimentos práticos de biotransformações.

Bibliografia:

- Básica
BARREIRO, E. J.; FRAGA, C. A. M. Química medicinal: as bases moleculares da ação dos fármacos. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
SLATER, A.; SCOTT, N. W.; FOWLER, M R. Plant biotechnology: the genetic manipulation of plants. 2. ed. Hong Kong: Oxford University Press, 2008.
YUNES, R. A.; CECHINEL-FILHO, V. Química de produtos naturais, novos fármacos e a moderna farmacognosia. Itajaí: Editora Univali. 2009.

- Complementar
BRUNETON, J.; VILLAR DEL FRESNO, A.; CARRETERO ACCAME, E. Farmacognosia: fitoquimica, plantas, plantas medicinales. 2. ed. Saragoça: Acribia, 2001.
ROBBERS, J. E.; SPEEDIE, M. K.; TYLER, V. E. Farmacognosia e farmacobiotecnologia. São Paulo: Editorial Premier, 1997.
SAN FELICIANO, A. et al. (Ed.). Manual de determinación estructural de compuestos naturales. Bogotá: CYTED, 2007.
SIMOES, C. M. O.; SCHENCKEL, E. P.; GOSMANN, G.. Farmacognosia: da planta ao medicamento. 4. ed. Porto Alegre: UFRGS, 2002.
YUNES, R. A.; CALIXTO, J. B. Plantas medicinais sob a ótica da química medicinal moderna. Chapecó: Argos, 2001.
Cultura de Células e Tecidos Vegetais
CH: 30h-a

Ementa:

Estudo do histórico e conceitos de cultura de células e tecidos vegetais; Micropropagação: usos e métodos e meios de cultura; reguladores de crescimento; compreensão dos processos de embriogênese, organogênese e calogênese e dos fatores fisiológicos que afetam o crescimento e a morfogênese in vitro; organização de um laboratório de cultura de tecidos vegetais e aplicação das metodologias de cultivo in vitro em atividades práticas em laboratório.

Bibliografia:

- Básica
CASTRO, A. C. R. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. Ed. Embrapa. 2010. 386 p.
GEORGE, E. F.; HALL, M. A.; DE KLERK, G.. Plant propagation by tissue culture: The Background. Dordrech, The Netherlands: Springer, 2008. V. 1. 501 p.
SOH, W.; BHOJWANI, S. S. (Eds). Morphogenesis in plant tissue cultures. Dordrecht: Kluwer Academic Publishers, 2010.

- Complementar
PUROHIT, S. D. Introduction to Plant Cell, Tissue and Organ Culture. PHI Learning, 2013. 307 p.
TAIZ, L.; ZEIGER, E.. Fisiologia vegetal. Porto Alegre: Artmed, 2004. p.449-484.
TERMIGNONI, R. R. Cultura de Tecidos Vegetais. Porto Alegre: UFRGS. 2005.
THORSE, T. A. In vitro embryogenesis in plants. Springer, 1995. 558 p.
DAVEY, M. R.; ANTHONY, P. Plant cell culture: essential methods. Ed. Wiley-Blackwell, 2010. 256 p.
Diagnóstico Molecular em Saúde
CH: 45h-a

Ementa:

Sequenciamento genético. Projeto Genoma, Transcriptoma e Proteoma. Técnicas moleculares para identificação de patógenos. Bases moleculares e diagnóstico molecular de doenças hereditárias. Testes genéticos e triagem populacional. Discussão de artigos científicos. Atividades práticas relacionadas.

Bibliografia:

- Básica
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artmed ,2011.
LODISH, H. et al. Biologia celular e molecular. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2005.
JORDE, L. B.; CAREY, J. C.; BAMSHAD, M. J. Genética médica. 4.ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2010.

- Complementar
CLARK, D. P. Molecular Biology. 2 ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2013.
DIAGNOSTIC MICROBIOLOGY AND INFECTIOUS DISEASE. Amsterdam: Elsevier, 1981-. Disponível em: www.sciencedirect.com/science/journal/07328893.
LEWIN, B.. Genes IX. 9. ed. Porto Alegre: Artmed, 2009.
STRACHAN, T.; READ, A. Human molecular genetics. 4. ed. Nova York: Garland Science, 2010.
THE JOURNAL OF MOLECULAR DIAGNOSTICS. Amsterdam: Elsevier, 1999-. Disponível em: www.sciencedirect.com/science/journal/1525157.

Empreendedorismo em Biotecnologia
CH: 15h-a

Ementa:

Conceitos fundamentais de empreendedorismo. Características dos empreendedores. Noções sobre a elaboração de um plano de negócios.

Bibliografia:

- Básica
CHIAVENATO, I. Empreendedorismo: dando asas ao espírito empreendedor: empreendedorismo e viabilização de novas empresas, um guia compreensivo para iniciar e tocar seu próprio negócio. São Paulo: Saraiva, 2004.
DORNELAS, J. C. A. Empreendedorismo: transformando ideias em negócios. Rio de Janeiro: Campus, 2012.
RAMAL, S. A. et al. Construindo planos de negócios: todos os passos necessários para planejar e desenvolver negócios de sucesso. Rio de Janeiro: Elsevier, 2005.

- Complementar
BIRLEY, S.; LUCINDA, C. R.; MUZYKA, D. F. Dominando os desafios do empreendedor. São Paulo: Makron Books, 2005.
CECCONELLO, A. R.; Ajzental, A. A construção do plano de negócio. São Paulo: Saraiva, 2008.
CASAROTTO, N. Projeto de negócios: estratégias e estudos de viabilidade. São Paulo: Atlas, 2002.
DRUCKER, P. F.; MALFERRARI, C. J. Inovação e espírito empreendedor (entrepreneurship): prática e princípios. São Paulo: Pioneira, 2012.
HIRSCHFELD, H. Engenharia econômica e análise de custos. São Paulo: Atlas, 2012.
Estrutura, Expressão e Manipulação do Genoma Vegetal
CH: 30h-a

Ementa:

Genomas nuclear, plastídico e mitocondrial. Interações entre os diferentes compartimentos genéticos. Mecanismos de amplificação e variabilidade do genoma. Isolamento de genes. Bibliotecas genômicas e de expressão. Mutagênese e a análise de genomas. Mecanismos de regulação da expressão gênica em plantas. Técnicas para avaliação da expressão gênica em plantas. Métodos de transformação genética de plantas e análises de plantas transgênicas. Vetores de DNA para a transformação genética. Construções gênicas, genes-repórteres, genes-marcadores, sequências promotoras e terminadoras. Exemplos de plantas transgênicas com uso na agricultura, na indústria farmacêutica e como ferramentas no estudo científico da biologia vegetal. Possíveis riscos associados às plantas transgênicas. Apresentação e discussão de artigos científicos.

Bibliografia:

- Básica
BUCHANAN, B. B. Biochemistry and molecular biology of plants. American Society of Plant Physiologists, Rockville, Wiley, 2012.
STEWART JR, C. N. Plant biotechnology and genetics: principles, techniques and applications. New Jersey, Wiley, 2008.
SLATER, A. Plant biotechnology: the genetic manipulation of plants. Hong Kong, Oxford University Press, 2008.

COMPLEMENTAR:
BROWN, T. A. Genomes. 3rd ed. New York, Garland Science, 2007.
CASTRO, A. C. R. Aspectos práticos da micropropagação de plantas. Porto Alegre: Embrapa, 2010. v. 1
TZOTZOS, G. T. Genetically modified plants: assessing safety and managing risk. Amsterdam, Elsevier, 2009.
JOURNAL OF PLANT PHYSIOLOGY. Alemanha: Elsevier GMBH, Urban & Fisher Verlag, 2001-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/01761617
TRENDS IN PLANT SCIENCE. Amsterdam: Elsevier, 1996-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/13601385

Farmacogenômica: Conceitos e Aplicações
CH: 30h-a

Ementa:

Variabilidade genética humana. Conceitos em farmacologia e metabolização de fármacos. A genômica e a resposta interindividual aos fármacos. Eficácia e efeitos adversos, desenvolvimento de novos fármacos. Genes relacionados à farmacocinética e farmacodinâmica. Testes farmacogenéticos e sua aplicação clínica. Medicina personalizada. Aspectos éticos. Apresentação e discussão de artigos científicos relacionados.

Bibliografia:

- Básica
ALTMAN, R. B.; FLOCKHART, D.; GOLDSTEIN, D. B. Principles of Pharmacogenetics and Pharmacogenomics. Cambridge: Cambridge Press, 2012.
HALL, I. P.; PIRMOHAMED, M. Pharmacogenetics. Oxford: Taylor e Francis, 2006.
INNOCENTI, F. Pharmacogenomics:methods and protocols. Totowa: Humana Press, 2005.

- Complementar
STRACHAN, T. Genética Molecular Humana. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
BRODY, T. M. Farmacologia Humana: da molecular à clínica. 2. ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 1997.
BRUNTON, L; LANGELOH, A. As bases farmacológicas da terapêutica de Goodman & Gilman. 12ª ed. Porto Alegre: AMGH, 2012.
GRAHAME-SMITH, D. G. Tratado de farmacologia clínica e farmacoterapia. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara, 2004.
PHARMACOLOGY AND THERAPEUTICS. Amsterdam: Elsevier. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01637258.
THE PHARMACOGENETICS JOURNAL. Nature publishing group. Disponível em:http://www.nature.com/tpj/index.html.
Funções Bioquímicas de Moléculas Bioativas
CH: 45h-a

Ementa:

Estruturas e propriedades de biomoléculas. Tópicos relacionados à utilização de ferramentas moleculares no estudo de biomoléculas. Tópicos em metabolismo intermediário. Cinética enzimática e suas aplicações biotecnológicas. Radicais livres, defesas antioxidantes e estresse redox: aplicações farmacológicas e agroalimentares. Papel dos radicais livres em processos patológicos. Moléculas bioativas e suas interações no organismo humano. Apresentação de seminários pelos alunos e discussão de artigos publicados em periódicos relacionados.

Bibliografia:

- Básica
LIEBERMAN, M.; MARKS, A. D. Basic medical biochemistry. 3. ed. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins, 2008.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger: principles of biochemistry. 5. ed. New York: W.H. Freeman, 2009.
TRENDS IN FOOD SCIENCE & TECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier, 1990-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09242244

- Complementar
ALBERTS, B. et al. Molecular biology of the cell. 4. ed. New York: Garland Science, 2002.
BAYNES, J; DOMINICZAK, M. H. Bioquímica médica. 2. ed. São Paulo: Manole, 2011.
CHAMPE, P. C.; HARVEY, R. A.; FERRIER, D. R. Biochemistry. 4. ed. Baltimore: Lippincott Williams & Wilkins, 2007.
DEVLIN, T. M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas. 6. Ed. São Paulo: Blucher, 2000.
FREE RADICAL BIOLOGY AND MEDICINE. Amsterdam: Elsevier, 1987-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/08915849
MURRAY, R. K. et al. Harper's illustrated biochemistry. 29. ed. New York: Lange Basic Science, 2012.
Mecanismos de Degeneração Celular
CH: 30h-a

Ementa:

Sinalização celular. Morte celular: Apoptose, piroptose, oncose, necrose. Sobrevivência celular: adaptação a insultos químicos e físicos. Autofagia. Estresse mitocondrial. Estresse reticular. Neurodegeneração: doença de Parkinson, doença de Alzheimer, doença de Huntington, esquizofrenia, transtorno bipolar, depressão. Degeneração celular em outras patologias: diabetes mellitus, hepatites, infarto do miocárdio, câncer. Envelhecimento. Integração tecidual em patologias. Consequências da inflamação sobre o destino celular. Impacto de produtos biotecnológicos sobre o destino celular. Apresentação de seminários e discussão de artigos científicos.

Bibliografia:

- Básica
CELL. Amsterdam: Elsevier, 1974-. Disponível em http://www.sciencedirect.com/science/journal/00928674.
GREEN, D. R.; REED, J. C. Apoptosis: Physiology and Pathology. 1. ed. Cambridge: Cambridge University Press, 2011.
GREEN, D. R. Means to an End: Apoptosis and Other Cell Death Mechanisms. 1. ed. New York: Cold Spring Harbor Laboratory Press, 2011.

- Complementar
ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; ROBERTS, K.; WALTER, P. Biologia Molecular da Célula. 5. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2011.
BRADSHAW, R. A.; DENNIS, E. A. Handbook of Cell Signaling. 2. ed. St. Louis: Academic Press, 2009.
CELLULAR SIGNALLING. Amsterdam: Elsevier, 1989-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/08986568.
DICKSON, D.; WELLER, R. O. Neurodegeneration: The Molecular Pathology of Dementia and Movement Disorders. 2. ed. New Jersey: Wiley-Blackwell, 2011.
NEUROBIOLOGY OF DISEASE. Amsterdam. Elsevier, 1994-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09699961.
PURVES, D.; AUGUSTINE, G. J.; FITZPATRICK, D.; HALL, W. C.; LAMANTIA, A. S.; MCNAMARA, J. O.; WHITE, L. E. Neurociências. 4. ed. Porto Alegre: ArtMed, 2010.
SURH, Y-J. Oxidative stress, inflammation, and health (Oxidative stress and disease). 1. ed. Boca Raton: CRC Press, 2005.
Mecanismos Moleculares Aplicados à Biotecnologia
CH: 45h-a

Ementa:

Métodos de estudo de DNA, RNA e proteína: diferentes técnicas de extração e de eletroforese, diferentes protocolos de PCR, Northen blot, Southern blot, DNA fingerprinting e proteômica. Métodos de estudo da expressão gênica. Histórico e análises básicas de bioinformática. Discussão de artigos, apresentação de seminários e atividades práticas de bioinformática.

Bibliografia:

- Básica
ALBERTS, B. Biologia Molecular da Célula. 5a ed. Porto Alegre, Artes Médicas, 2011.
ZAHA, A. Biologia Molecular Básica. 5a ed. Porto Alegre, Artes Médicas, 2014.
KARP, G. Biologia Celular e Molecular: conceitos e experimentos. 3a ed. Barueri, Manole, 2005.

- Complementar
ALBERTS, B.; BRAY, D. Fundamentos de Biologia Celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre, Artes Médicas, 2004.
CELL. Washington: Cell Press, 1974-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/00928674
LODISH, H. Biologia celular e molecular. 7a ed. Porto Alegre, Artmed, 2014.
WALTER, P. Fundamentos da biologia celular: uma introdução à biologia molecular da célula. Porto Alegre, Artmed, 2004.
WATSON, J. D. Biologia molecular do gene. 7a ed. Porto Alegre, Artmed, 2015.
Métodos e Técnicas Analíticas Aplicadas à Biotecnologia
CH: 45h-a

Ementa:

Estudo dos métodos e técnicas analíticas avançadas utilizadas em análises físico-químicas para a identificação e quantificação de elementos e moléculas obtidos em processos biotecnológicos. O propósito desta disciplina é evidenciar métodos de preparo de amostra avançados como ultrassom, combustão iniciada por micro-ondas, extração em fase sólida, moagem criogênica, melhoramentos nas técnicas cromatográficas e espectroscópicas para a detecção e quantificação de elementos-traço. Discussão de artigos, apresentação de seminários pelos alunos e aulas práticas.

Bibliografia:

- Básica
CHRISTIAN, G. D. Analytical chemistry. 5. ed. New York: John Wiley e Sons, 1994.
HARRIS, D. C. Análise química quantitativa. 5. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
SKOOG, D. A. Princípios de análise instrumental. 5. ed. Porto Alegre: Bookman, 2008.

- Complementar
COSTA NETO, C. Análise orgânica: métodos e procedimentos para a caracterização de organoquímicos. Rio de Janeiro: UFRJ, 2004.
EWING, G. W. Métodos instrumentais de análise química. São Paulo: Edgard Blücher, 2013.
LANÇAS, F. M. Extração em fase sólida (SPE). São Carlos: Rima, 2004.
SILVERSTEIN, R. M. Identificação espectrométrica de compostos orgânicos. Rio de Janeiro: LTC, 2013.
STUART, B. Biological applications of infrared spectroscopy. Chichester: ACOL, 1997.
TRENDS IN BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível http://www.sciencedirect.com/science/journal/01677799
Processos Biotecnológicos e a Produção de Alimentos
CH: 30h-a

Ementa:

Agentes para processos biotecnológicos. Isolamento de micro-organismos com interesse industrial. Uso de micro-organismos recombinantes em tecnologia de bioprocessos. Processos submersos e em estado sólido. Equipamentos, operações e parâmetros de controle dos processos biotecnológicos industriais. Metodologias de Planejamento Experimental e Análise de Superfície de Resposta e suas aplicações em bioprocessos. Cálculos de rendimentos e produtividades. Escalonamento de equipamentos e processos. Produção e controle de qualidade de alimentos fermentados. Produção de biomoléculas com aplicação na indústria de alimentos. Apresentação e discussão de artigos publicados em periódicos relacionados. Projeto teórico-prático: desenvolvimento de processo(s) biotecnológico(s) de interesse à indústria de alimentos.

Bibliografia:

- Básica
AQUARONE, E. et al. Biotecnologia Industrial: Biotecnologia na produção de alimentos. V.4, São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 2001.
BASTOS, R. G. Tecnologia das fermentações: Fundamentos de bioprocessos. São Paulo: EdUFSCar, 2010.
JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier Science Publishers, 1983-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/01681656

- Complementar
BON, E. P. S.; FERRARA, M. A.; CORVO, M. L. Enzimas em Biotecnologia: produção, aplicações e mercado. Rio de Janeiro: Interciência, 2008.
FOOD AND BIOPRODUCTS PROCESSING. Amsterdam: Elsevier, 1996-. Disponivel em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/09603085
LWT - FOOD SCIENCE AND TECHNOLOGY. Amsterdam: Elsevier, 1993-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/00236438
ROY, M. J. Biotechnology operations: principles and practices. Boca Raton: CRC, 2011.
SCHMIDELL, W. et al. Biotecnologia Industrial: Engenharia Bioquímica. V.2, São Paulo: Editora Edgard Blucher Ltda., 2001.
Propriedade Intelectual
CH: 15h-a

Ementa:

Processos de registros de propriedade intelectual. Patentes e marcas. Formulários INPI. Transferência de tecnologia. Patentes. Marcas. Lei No 9.279, de 14 de maio de 1996. Indicações geográficas, patentes e marcas reconhecidas ou apresentadas ou INPI. INPI - acesso e recursos. Serão realizadas aulas expositivas como o uso de recursos oferecidos pela instituição. Material didático será disponibilizado e legislação pertinente. Será solicitado aos alunos preparação e discussão da legislação de marca e patentes e apresentação de trabalho prático sobre a área de conhecimento.

Bibliografia:

- Básica
DEL NERO, P. A. Biotecnologia: análise crítica do marco jurídico regulatório. Porto Alegre: Revistas dos Tribunais, 2008.
IACOMINI, V. Propriedade intelectual e biotecnologia. Curitiba, PR: Juruá, 2009.
PRADO, M. C. A. Contrato internacional de transferência de tecnologia: patente e know-how. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 1997.

- Complementar
ABIN. Proteção de conhecimentos sensíveis e sigilos. Brasília: Agência Brasileira de Inteligência, 2007.
ANDREASSI, Tales. Gestão da inovação tecnológica. São Paulo: Thompson Learning, 2007.
BARBOSA, D. B. Uma introdução à propriedade intelectual. 2. ed. rev. atual. Rio de Janeiro: Lumen Juris, 2003.
CORAL, E.; ABREU, A. F. Gestão integrada da inovação: estratégia, organização e desenvolvimento de produtos. São Paulo: Atlas, 2009.
SANTOS, J. A.; CARVALHO, H. G. RBC - Referencial Brasileiro de Competências em Gerenciamento de Projetos (Brazilian National Competence Baseline). Curitiba: ABGP, 2005. Disponível em: .

Proteômica: Princípios e Aplicações
CH: 45h-a

Ementa:

Preparo de amostras: tecidos e fluidos. Eletroforese em condição não desnaturante, SDS-PAGE, 2D SDS-PAGE, eletroforese em gel diferencial. Espectrometria de massa: diferentes tipos. Mudanças pós-traducionais: fosforilação, glicosilação e sumoilação. Ferramentas de bioinformática aplicadas a proteômica. Clonagem e expressão recombinante. Apresentação de seminários pelos alunos, e atividades práticas no laboratório.

Bibliografia:

- Básica
JOURNAL OF PROTEOMICS. Amsterdam: Elsevier, 2008-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/18743919
PROTEIN EXPRESSION AND PURIFICATION. Amsterdam: Elsevier, 1990 Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10465928
SCOPES, R. K. Protein Purification: Principles and Practice. New York: Springer-Verlag, 2010.

- Complementar
BIOCHIMICA ET BIOPHYSICA ACTA (BBA) - Proteins and Proteomics. Amsterdam: Elsevier, 2002-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/15709639
LOVRIC, J. Introducing Proteomics: From concepts to sample separation, mass spectrometry and data analysis. New York: Wiley, 2011.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger: Principles of Biochemistry. New York: W.H. Freeman, 2009.
SIMPSON, J. Proteins and Proteomics: A Laboratory manual. New York: CSH, 2003.
WESTERNMEIER, R.; NAVEN, T.; HÖPKER, H. R. Proteomics in Practice: A Guide to Successful Experimental Design. New York: Wiley, 2008.
Purificação de Proteínas e Peptídios
CH: 45h-a

Ementa:

Expressão de proteínas recombinantes. Determinação da concentração de proteínas. Tipos de eletroforese. Diálise e outras técnicas de remoção de moléculas pequenas e detergentes. Clarificação e extração. Processos de separação por membranas. Técnicas de precipitação. Métodos de concentração de amostra. Cromatografia de troca-iônica, de exclusão em gel, de fase reversa, de interação hidrofóbica, covalente, de afinidade, de afinidade em íons metálicos imobilizados. Cromatografia: ampliação de escala e aplicação industrial. Integração entre processos fermentativos e de purificação. Atividades experimentais em laboratório, discussão de artigos, e apresentação de seminários pelos alunos.

Bibliografia:

- Básica
BAILON, P. et al. Affinity Chromatography. 1 ed. New York: Humana Press, 2000.
PROTEIN EXPRESSION AND PURIFICATION. Amsterdam: Elsevier, 1990-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10465928
SCOPES, R. K. Protein Purification: Principles and Practice. New York: Springer-Verlag, 2010.

- Complementar
BIOCHIMICA ET BIOPHYSICA ACTA (BBA) - PROTEINS AND PROTEOMICS. Amsterdam: Elsevier, 2002-. Disponível http://www.sciencedirect.com/science/journal/15709639
JOURNAL OF PROTEOMICS. Amsterdam: Elsevier, 2008-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/18743919
LIMA, U. A. et al. Processos Fermentativos e Enzimáticos: Biotecnologia Industrial, v. 3. São Paulo: Editora Edgard Blucher, 2001.
NELSON, D. L.; COX, M. M. Lehninger: principles of biochemistry. 5. ed. New York: W.H. Freeman, 2008.
PESSOA Jr., A.; KILIKIAN, B. V. Purificação de produtos biotecnológicos. Barueri, SP: Manole Ltda., 2005.
Tópicos Aplicados ao Controle Biológico
CH: 30h-a

Ementa:

Introdução e histórico do controle biológico. Bases ecológicas do controle biológico. Seleção de agentes de controle biológico: predadores, parasitos e micro-organismos. Tipos de controle biológico: natural, aplicado, aumentativo e conservativo. Desenvolvimento de programa de controle biológico de pragas e técnicas de criação massal de ácaros. O controle biológico e a seletividade em programas de manejo de pragas. Apresentação de seminários pelos alunos e discussão de artigos científicos. Experimentos práticos com ácaros praga utilizando ácaros predadores, fungos e bactérias.

Bibliografia:

- Básica
ALTERI, M. A.; SILVA, E. N.; NICHOLLS, C. I. O papel da biodiversidade no manejo de pragas. Ribeirão Preto: Holos, 2003.
BIOLOGICAL CONTROL. Amsterdam: Elsevier, 1991-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10499644
PARRA, J. R. P. et al. Controle biológico no Brasil: parasitóides e predadores. São Paulo: Manoele, 2002.

- Complementar
ALVES, S. B. Controle microbiano de insetos. Piracicaba: FEALQ, 1998.
DEBACH, P.; ROSEN, D. Biological control by natural enemies. Cambridge: Cambridge University Press, 1991.
FLINT, M. L.; DREISTADT, S. H. Natural enemies handbook - the illustrated guide to biological pest control. California: University of California Press, 1998.
KNIGHT, J. Natural enemies: people-wildlife conflicts in anthropological perspective. London: Routledge, 2000.
STRINGHETA, P. C.; MUNIZ, J. N. Alimentos orgânicos: produção, tecnologia e certificação. Viçosa: UFV, 2003.
TOWNSEND, C. R.; BEGON, M.; HARPER, J. L. Fundamentos em ecologia. 3. ed. Porto Alegre: Artmed, 2010.
VAN DRIESCHE, R. G.; BELLOWS, T. S. Biological control. Kluwer Academic Publishers, 1996.
Tópicos Avançados em Fisiopatologia Reprodutiva Animal
CH: 30h-a

Ementa:

Gametogênese. Fertilização em animais de produção e de laboratório. Controle endócrino da reprodução no macho e na fêmea. Marcadores moleculares da fertilidade. Proteômica da fisiologia reprodutiva. Estresse oxidativo e biologia da reprodução. Discussão de artigos relacionados e apresentação de seminários pelos alunos.

Bibliografia:

- Básica
ALBERTS, B. D. et al. Biologia molecular da célula. 5. ed. Porto Alegre: Artes Médicas. 2011.
HAFEZ, E. S. E. Reprodução animal. 7. ed. São Paulo: Manole. 2004.
SENGER, P. L. Pathways to pregnancy and parturition. 2. ed. Pullman: Current Conceptions. 2003.

- Complementar
BURTON, G. J. et al. Anatomy and Genesis of the Placenta. In: JIMMY, D. N. et al. (Ed.). Knobil and neill's physiology of reproduction. 3. ed. St Louis: Academic Press, 2006. p.189-243.
COUSE, J. F. et al. Steroid Receptors in the Ovary and Uterus. In: JIMMY, D. N. et al.(Ed.). Knobil and neill's physiology of reproduction. 3. ed. St Louis: Academic Press, 2006. p.593-678.
EDDY, E. M. The Spermatozoon. In: JIMMY, D. N. et al. (Ed.). Knobil and neill's physiology of reproduction. 3. ed. St Louis: Academic Press, 2006. p.3-54.
FERTILITY AND STERILITY. Amsterdam: Elsevier, 1997-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/00150282
JOURNAL DE GYNECOLOGIE OBSTETRIQUE ET BIOLOGIE DE LA REPRODUCTION. Amsterdam: Elsevier, 2004-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/03682315
JOURNAL OF PROTEOMICS. Amsteram: Elsevier, 2008-. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/18743919
Tópicos em Nutrigenética e Nutrigenômica
CH: 45h-a

Ementa:

Variabilidade genética. Nutrigenética, influência da genética na resposta a dieta. Influência da variação genética nas necessidades nutricionais, interação com compostos bioativos e risco de doenças crônicas. Nutrigenômica, influência dos nutrientes no funcionamento dos genes. Dieta e expressão gênica. Fatores epigenéticos, nutrigenômica e prevenção de doenças. Nutrição individualizada. Discussão de artigos publicados em periódicos relacionados. Apresentação de seminários.

Bibliografia:

- Básica
KATHLEEN MAHAN, L.; ESCOTT-STUMP, S. Alimentos, nutrição e dietoterapia. 13a ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2012.
STRACHAN, T. Genética Molecular Humana. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2013.
SIMOPOULUS, A.; ORDOVAS, J. Nutrigenetics and nutrigenomics (World review of nutrition and dietetics). Switzerland: Karger, 2004.

- Complementar
GENRO, J. P.; DAL BOSCO, S. M. Nutrigenética e implicações na saúde humana. 1ª ed. São Paulo, Atheneu, 2014.
NELSON, D. L. Princípios de bioquímica de Lehninger. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
PALERMO, J. R. Bioquímica da nutrição. São Paulo: Atheneu, 2008.
PALERMO, J. R. Bioquímica da nutrição. São Paulo: Atheneu, 2008.
MOLECULAR GENETICS AND METABOLISM. Amsterdam: Elsevier. Disponível em: http://www.sciencedirect.com/science/journal/10967192.
JOURNAL OF NUTRIGENETICS AND NUTRIGENOMICS. Switzerland: Karger. Disponível em: http://www.karger.com/Journal/Issue/266639.


ATIVIDADES OBRIGATÓRIAS: 90 horas
Estágio Orientado de Docência II
CH: 30h-a

Ementa:

Prática docente em disciplinas de graduação em área afim ao seu projeto de doutorado, sob a supervisão do seu orientador, proporcionando experiência na área de ensino, capacitando o pós-graduando para atuação na docência.

Bibliografia:

- Básica
GIL, A. C. Metodologia do Ensino Superior. 4. ed. São Paulo: Atlas, 2011. 122 p.
MOREIRA, M. A.; VEIT, E. A. Ensino superior: bases teóricas e metodológicas. São Paulo: EPU, 2010. 228 p.
RIBEIRO, L. R. C. Aprendizagem baseada em problemas (PBL): uma experiência no ensino superior. São Carlos: EdUFSCar, 2010. 151 p.
- Complementar
ALVES, R. Conversas com quem gosta de ensinar. 14. ed. Campinas: Papirus, 2012. 128 p.
DEMO, P. Universidade, Aprendizagem e Avaliação: Horizontes Reconstrutivos. 3. ed. Porto Alegre: Ed. Mediação, 2008. 160 p.
JULIATTO, C. I. A universidade em busca da excelência: um estudo sobre a qualidade da educação. 2. ed. rev. atual. Goiânia-Curitiba: UCG-Champagnat, 2010.
REVISTA EDUCAÇÃO, SOCIEDADE & CULTURAS. Indexada pela Scientific Eletronic Library OnLine - SCIELO. Portal de periódico. Disponível em: .
TARDIF, M. Saberes Docentes e Formação Profissional. 13. ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2012. 328 p.
ZABALZA, M. A. O ensino universitário: seu cenário e seus protagonistas. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2007. 240 p.

Redação Científica I
CH: 15h-a

Ementa:

O aluno deverá redigir um manuscrito científico em inglês, cujo tema e definição de periódico foram previamente aprovados pelo orientador. Um outro docente do Programa será responsável pelo crédito de redação científica do aluno e deverá revisar o artigo do pós-graduando em relação aos aspectos de conteúdo, gramática e forma final do manuscrito. O crédito de Redação Científica I será conferido ao aluno mediante parecer emitido pelo docente responsável pela revisão do artigo.

Bibliografia:

PUBMED. Disponível em: www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES. Brasília: MEC/CAPES. Disponível em: www.periodicos.capes.gov.br
SCIENTIFIC ELECTRONIC LIBRARY ONLINE - SciELO. Portal de periódicos. Disponível em: www.scielo.org.
SCIENCE DIRECT. Elsevier B.V. Disponível em: www.sciencedirect.com
Redação Científica II
CH: 15h-a

Ementa:

Caso o manuscrito elaborado na disciplina Redação Científica I ou outro artigo elaborado pelo aluno seja aceito para publicação em periódico Qualis B4 ou superior em Biotecnologia, será conferido mais 1 (um) crédito ao pós-graduando. O crédito de Redação Científica II será conferido ao aluno mediante documento que comprove o aceite do manuscrito.

Bibliografia:

PUBMED. Disponível em: www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
PORTAL DE PERIÓDICOS DA CAPES. Brasília: MEC/CAPES. Disponível em: www.periodicos.capes.gov.br
SCIENTIFIC ELECTRONIC LIBRARY ONLINE - SciELO. Portal de periódicos. Disponível em: www.scielo.org.
SCIENCE DIRECT. Elsevier B.V. Disponível em: www.sciencedirect.com
Seminário Integrado em Biotecnologia
CH: 30h-a

Ementa:

Seminários de temas que abordem aspectos relevantes e atualizados da Biotecnologia nas áreas agroalimentar e de saúde, ministrados por docentes e discentes do Programa e pesquisadores de outras instituições de ensino e pesquisa. Apresentações de projetos de docentes a fim de permitir ao corpo discente do Programa conhecimento sobre os trabalhos que estão sendo desenvolvidos nas diferentes linhas de pesquisa.

Bibliografia:

- Básica
BIOTECHNOLOGY ADVANCES. Amsterdam, Elsevier, 1983-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/07349750
NATURE BIOTECHNOLOGY. Nova York, Macmillan, 1983-. http://www.nature.com/nbt/index.html
SCIENCE. Nova York, HighWire Press, 1980-. http://www.sciencemag.org/journals
- Complementar
CURRENT OPINION IN BIOTECHNOLOGY. Londres, Elsevier, 1990-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/09581669
JOURNAL OF BIOTECHNOLOGY. Amsterdam, Elsevier Science Publishers, 1983-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/01681656
TRENDS IN BIOTECHNOLOGY. Amsterdam, Elsevier Science Publishers, 1983-. http://www.sciencedirect.com/science/journal/01677799
Revistas, teses e dissertações do Portal de Periódicos CAPES.



ATIVIDADES COMPLEMENTARES: 30 horas

TOTAL: 720 horas

ORIENTAÇÃO : 180 horas