No doutorado o professor continuou pesquisando as relações da Odontologia, especialmente a área de saúde bucal, com a Educação Física. A tese do professor, defendida recentemente, intitula-se “Associações bidirecionais entre doença periodontal, fadiga e atividade física”. “Corroboramos alguns achados de outros países, que já mostravam a atividade física como um fator protetor para doenças crônicas inflamatórias, no caso, doenças gengivais”, revela.
Peixoto diz que existe a ideia de realizar um estudo de intervenção que possa endossar a evidência científica sobre atividade física e doença gengival, que, até o momento, se limita apenas a estudos observacionais.






