Deise sempre se interessou pela unidade de terapia intensiva e politrauma. Por isso escolheu esse tema. Ela analisou as internações de 62 pacientes politraumatizados do ano de 2017. “Eu tinha a curiosidade de saber como é o perfil desses pacientes em específico, principalmente porque a internação por politrauma é um problema de saúde pública. Ele gera custos para o tratamento, muitas vezes ocasionando o afastamento no trabalho, prejuízos de saúde permanentes e exclusão social em algumas situações”, conta.
Com base na análise dos prontuários, identificou-se que a maioria das vítimas eram homens, 52 pessoas, representando 83,9% do total. A idade variou entre 16 e 88 anos, mas a faixa etária de maior ocorrência foi entre os 22 e 27 anos (12 indivíduos, 19,3%). O TCE é o tipo de trauma de maior ocorrência, com 22 dos pacientes, seguido por TCE e fraturas, com 19 pacientes.







