“A sensação que eu tenho é de gratidão aos meus ancestrais indígenas pelos ensinamentos e por mostrarem um caminho de bem viver com a nossa mãe Terra, que nos dá de comer e beber”, responde Cláudia Patrícia Nunes Almeida quando perguntada sobre o que sentiu ao vencer o 65º Prêmio Jabuti no eixo Inovação - Fomento à Leitura com o Álbum Biográfico Guerreiras da Ancestralidade.
A doutoranda do Programa de Pós-Graduação em Ensino (PPGEnsino) da Universidade do Vale do Taquari - Univates produziu a obra junto com outras integrantes (63 escritoras e 12 lideranças) do coletivo literário feminista Mulherio das Letras Índigenas, cuja fundadora e coordenadora é Eva Potiguara, do Rio Grande do Norte.








