Detalhes do Projeto de Pesquisa

Ferramentas experimentais, morfológicas e moleculares aplicadas ao controle biológico

Coordenação: Liana Johann

Pesquisadores:

Liana Johann Elisete Maria de Freitas Guilherme Liberato da Silva Mônica Jachetti Maciel

Órgãos Financiadores:

Fundação Vale do Taquari de Educação e Desenvolvimento - FUVATES

Resumo:

Para o pleno funcionamento de um programa de controle biológico é recomendado conhecer os inimigos naturais, nativos ou exóticos, sua capacidade de aptidão e funcionalidade sobre um determinado grupo de pragas que deseja controlar. Inúmeros estudos em laboratório são necessários antes e depois da multiplicação destes inimigos naturais. Outro fator imprescindível para a implementação do programa é que os inimigos naturais que serão liberados suportem as condições do ambiente e consigam multiplicar-se na lavoura-alvo. Há, ainda, fatores que podem alterar a efetividade de um programa de controle biológico, como a utilização simultânea de agroquímicos. Sendo assim, para a implantação de programa de controle biológico torna-se essencial a seleção de raças de predadores resistentes aos agrotóxicos utilizados nos sistemas agrícolas e avícolas, e que sejam capazes de controlar de forma efetiva e constante as espécies pragas. Para isso, o presente projeto tem por objetivo: identificar diferenças morfológicas, molecular e biológicas das principais espécies fitófagas, hematófagas e predadores dos sistemas agrícolas e avícolas, relacionando à resistência aos agrotóxicos. Além disso, objetiva reconhecer a variabilidade morfológica e molecular das espécies fitófagas, hematófagas e predadoras selecionadas; verificar a existência de resistências de fitófagos, hematófagos e predadores aos principais agrotóxicos utilizados no sistema agrícola e avícola; relacionar a variabilidade morfológica e molecular com as características de resistência; conhecer os diferentes potenciais de predação das espécies oriundas de diferentes sistemas de cultivo, relacionando a variabilidade morfológica, molecular e de resistência; e identificar populações de predadores mais aptas para uso em programas de controle biológico.

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